terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Anúncios pelo celular

           Nenhuma outra ação promocional cresce mais neste momento do que anúncios em celulares. É uma ação eficiente, de retorno rápido, de custo baixo, dirigida diretamente a quem interessa. Você pode fazer muito mais do que mandar “torpedos” para seus clientes, lembrando de liquidações ou chegada de novas mercadorias. Esta mídia direta pode ser utilizada para manter vivo o relacionamento com os clientes, lembrando-os de datas significativas, enviando cumprimentos, oferecendo programas para os aparelhos e dicas úteis para suas vidas. 
          Mas não se esqueça da determinação da Anatel, que é proibido enviar “torpedos” sem autorização dos clientes. Portanto, você pode enviar mensagens apenas para aqueles que cadastraram o número na sua empresa, através de questionários, fichas, site, promoções e outros, cientes que de alguma forma, você os contataria. 

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Uma rede gaúcha entre os maiores supermercados do Brasil

       No Ranking da ABRAS – Associação Brasileira de Supermercados, a Companhia Zaffari Comércio e Indústria (Zaffari e Bourbon) aparece na 5ª posição, com um faturamento de 2,110 bilhões de reais. É a única rede gaúcha a figurar no ranking das 20 maiores redes de supermercados do Brasil. A Cia. Zaffari que pode chegar na 4ª posição nos próximos anos, está no entanto, muito longe de alcançar as 3 maiores redes. O maior faturamento é da Companhia Brasileira de Distribuição, (Grupo Pão de Açúcar), com R$ 26,223 bilhões, seguida de perto pelo Carrefour com R$ 25,622 bilhões e pela Walmart Brasil, que ocupa a 3ª posição no ranking com R$ 19,725 bilhões de faturamento em 2009. (ABRAS, 2010)

A falta de dinheiro pode ter várias soluções

     Para quem viu a oportunidade, já fez o planejamento do negócio, avaliou o mercado e só falta mesmo o dinheiro, lembro aqui de algumas soluções. Você pode buscar um financiamento, como o PROGER/FAT, por exemplo, com juros de 2,5% ao ano, para quem precisa até R$ 200.000,00. Para quem necessitar mais recursos, o BNDES e/ou BRDE, tem taxas em torno de 6% ao ano. Há períodos de carência, onde se pagam somente os juros, até que o negócio possa se estabelecer e gerar receitas suficientes (6 a 12 meses). Os prazos para amortização ficam em torno de 5 a 6 anos.
   Buscar um ou mais sócios que participem com capital, é outra solução que recomendo, por conhecer muitas experiências de sucesso onde um sócio tem maior participação no capital, outro na gestão, talvez outro na produção, dentre outros acordos.
   Enfim, se você acredita que tem uma boa ideia para um negócio, acredita no seu potencial e fez um bom plano para o negócio, vá em busca de alternativas, que o seu negócio vai se concretizar de alguma forma.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

É preciso mais coragem e auto-estima para empreender

        Costumo perguntar aos participantes de minhas palestras aulas “quem já pensou em ter um negócio?”. Muitos respondem positivamente. Quando pergunto “Porque não tem ainda?”, aparecem várias respostas similares, como “não tenho dinheiro”, “não sei o que fazer”, “quero me formar antes”, “tem muitos impostos”, “o governo não incentiva”, “a concorrência é desleal”, “no meu município não dá certo”, “meus pais querem que eu faça um concurso”. Costumo responder que o problema verdadeiro está no interior de cada um.
    Alguns estudiosos do assunto dizem estas expressões comuns, escondem os verdadeiros motivos que seriam a falta de coragem e de auto-estima. O prof. James Heckmann, prêmio Nobel de Economia em 2000, diz que “o maior problema do Brasil é a baixa estima dos brasileiros.” A ideia é corroborada por Martin Sorrel, Chairmann do WPP Group quando diz “O brasileiro é muito bom, muito criativo, só não desenvolve mais, porque falta auto-estima.”
           Se você gosta do assunto, procure conhecer um pouco a história de empreendedores de sucesso de nossa região, do estado, país, ou do mundo. Já li e ouvi muitas das biografias destas pessoas e praticamente todas mostram pessoas que iniciaram um negócio com pouco ou até nenhum dinheiro, em ambientes muitas vezes mais difíceis do que o seu, mas com muita convicção, foco e persistência na visão de negócio e na oportunidade de mercado que perceberam.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

O brasileiro é empreendedor, mas precisa ser preparar melhor

   Uma pesquisa da ONU, aponta que o Brasil conta com o maior percentual de pessoas capazes de empreender, dentre todos os países avaliados. Outra pesquisa, do Bobson College, juntamente com a consultoria Ernst & Young, aponta que 16% da PEA (população economicamente ativa) do Brasil é auto-empregada. Na Coréia do Sul, são 14% e nos Estados Unidos, os empreendedores seriam 13% da PEA.
    O brasileiro é empreendedor mas precisa se preparar melhor e a medida que o negócio cresce, deve profissionalizar a gestão. Para cada 8 brasileiros, um está abrindo ou pensando em abrir um negócio. Mas a oportunidade de criá-la e mantê-la por mais de 3 anos é relativamente baixa. Outras pesquisas, como as do Sebrae, por exemplo, apontam que de cada 100 empresas abertas, 35 não chegam ao final de 1º ano, 46 não sobrevivem ao 2º ano e 56 fecham as portas no 3º ano de vida. As pesquisas revelam também, que os motivos do fechamento não são os impostos ou a falta de crédito, mas a falta de preparo do gestor, desinformação, falta ou mau planejamento antes e durante, e desconhecimento do negócio em que decidiu atuar.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Vitrine é uma mídia do ponto-de-venda

      A vitrine define e comunica com propriedade o conceito da empresa. Comunica o comportamento esperado e percebido do cliente em potencial e deve convidá-lo a cair em tentação e entrar. Com luzes, cores e materiais especialmente dispostos, as vitrines podem ser consideradas uma das vendedoras mais eficientes de um estabelecimento. A vitrine é uma importante mídia do ponto-de-venda e tem função estratégica porque cria uma identificação direta da empresa e seus produtos, com o consumidor. Para começar, muitas vezes é preciso aumentar a visibilidade da vitrine melhorando a iluminação, reduzindo os reflexos do vidro e deixando o “ponto focal” livre de adesivos, cartazes, grades, dentre outros. Uma boa vitrine “foca” alguns produtos por vez. É preciso lembrar que tudo o que está no “ponto focal” está concorrendo pela atenção do seu cliente potencial. Com muitos produtos expostos num local pequeno, você corre o risco de não fixar nada na memória de quem viu sua vitrine.

Sonorização adequada também ajuda a vender mais e melhor

             Assim como a iluminação, a música pode adicionar qualidade ou depreciar atmosfera geral de um ponto-de-venda. A música pode controlar o ritmo do tráfego da loja, contribuir com a imagem e atrair ou distrair a atenção de quem estiver no interior do estabelecimento. São muitos os estudos sobre o uso da sonorização em ambientes de venda e destaco alguns pontos destes estudos como: a presença de música tem efeito positivo na clientela e no prazer percebido; a familiaridade e gosto musical têm agradável para o cliente; tempo mais lento, volume mais baixo e música familiar resultam nas pessoas permanecendo mais tempo no local, que quando o tempo e o volume são altos e a música menos conhecida; quanto mais altos forem o volume e o tempo e menos agradável for a música, mais demorada é a percepção de tempo e portanto de que as filas e o atendimento são demorados; tempo da música tem o maior impacto sobre ativação da motivação para comprar. Bem... são inúmeros os estudos científicos que apontam a música como grande influenciadora do nosso cérebro. Tente aproveitá-la no seu estabelecimento da melhor forma possível e boas vendas! (Fonte: Livro Gestão Estratégica do PDV, 2010)
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