Nesta semana, cumprimento aos leitores com um pensamento baseado nos escritos de Confúncio, pensador Chinês que viveu entre 551 a.C e 479 a.C. “Quando encontramos pessoas de valor, devemos pensar em como podemos ser iguais a elas. Quando, ao contrário, encontramos pessoas sem caráter, devemos nos voltar ao nosso interior e examinar o que se passa lá dentro.”
No livro “A lei de Parkinson”, o autor, Ciryl Northcote Parkinson, Administrador inglês, que também foi professor, historiador e escritor, descreveu como se processa a burocracia nas organizações. O autor formulou a “Lei de Parkinson”, que identifica quando o trabalho se avoluma de forma a preencher o tempo disponível para a sua realização.
Na obra, é possível identificar os principais sintomas da burocracia que vai criando novos processos para alimentar outros processos e assim por diante, que se infiltra em muitas organizações sejam elas públicas ou privadas. Os principais sintomas da “Lei de Parkinson” são:
- o número de funcionários e a quantidade de serviço não se relacionam entre si. Uma organização burocrática, quando comparada com outra não burocrática do mesmo setor, verifica-se um número de funcionários maior e até em crescimento, sem que o volume de serviço aumente.
- as tarefas são estendidas até ocupar todo o tempo destinado a ela e não se promovem ações inovadoras, para gerar mais produtividade, reduzir o tempo gasto ou aumentar a capacidade de atendimentos realizados com a mesma estrutura.
- existência de funcionários que querem aumentar o número subordinados, desde que não sejam ou não venham a ser seus rivais.
- funcionários que inventam trabalho uns para os outros, evitando encontrar a solução por si próprios e multiplicando o número de pessoas em volta de uma mesma questão.
- as receitas criam despesas, ao invés das despesas ou custos serem investimentos na geração de receitas.
(baseado no livro “A Lei de Parkinson”, de Cyril N. Parkinson, Ed. Nova Fronteira)






