quarta-feira, 1 de junho de 2011

Gestor centralizador – como minimizar os danos


                 Gustavo Chierighini, da Plataforma Brasil escreve para aqueles que já sabem dos grandes males da centralização da gestão, mas que mesmo após tentar, se esforçar e refletir, concluíram que não são capazes de descentralizar e delegar. São dicas que também servem para aqueles que não acreditam na eficiência de um modelo onde vigoram a delegação das tarefas e o compartilhamento das decisões.
                Conscientes de que sendo humanos, somos limitados e diferentes, aí vão algumas dicas para aqueles que desejam minimizar os malefícios da centralização e maximizar os benefícios de suas virtudes:

- Assuma para você mesmo que é centralizador e que não consegue modificar o seu comportamento;
entenda que mesmo assim, podem existir algumas virtudes nesse modelo, dependendo da capacitação e maturidade da equipe que você controla;
-Crie um mecanismo estruturado que permita um fluxo completo, sistemático e regular de informações, possibilitando o monitoramento das principais atividades;
-Estabeleça uma estrutura de medidores de desempenho, permitindo uma avaliação permanente;
institua reuniões programadas e periódicas, para as quais os participantes devem se preparar, de forma que todas as informações necessárias para que as medidas corretivas e de ajuste possam ser imediatamente implementadas;
-Promova e pratique uma atitude pessoal de cordialidade e respeito. Isso atenuará os incômodos que as suas eventuais intervenções possam provocar.
-Nunca se esqueça da importância de sua equipe, de reconhecer as suas reais limitações e aprender a trabalhar com elas.
                Desejo ótimos negócios a todos, cada usando como consegue, as suas competências!
               

terça-feira, 31 de maio de 2011

Várias Opções

                As próximas semanas estão riquíssimas em opções para os empresários, gestores, executivos da região noroeste do RS ampliarem seus conhecimentos e discutirem seus negócios. Dentre as várias opções, faço alguns destaques para que os leitores aproveitem para discutir a constante renovação que deve haver em suas práticas:
                A APEX Brasil, Agência Brasileira de Promoção da Exportação através do PEIEX – Programa de Extensão Industrial Exportadora depois de excelente repercusão da atividade realizada em Santa Rosa, promove 3 palestras em junho, com ingresso livre. As confirmações devem ser pelos telefones 3332-0641 ou 3312-9509. São elas: 

         - As bases do marketing industrial na prática, com este colunista, no dia 8 de junho, quarta-feira, das 19h30min às 21h30min, tendo por local a Kemper’s Haus em Santo Ângelo

         - Redução tributária através do uso de incentivos fiscais às inovações nas empresas, com Maurício Bianchi, da Bianchi Advocacia de Farroupilha e Marcelo Verdum Viegas, da Viegas Auditores e Consultores de Porto Alegre, dia 14 de junho, terça-feira, das 19h30min às 20h30min, tendo por local o Salão Azul, da Unijuí - campus Ijuí e dia 13 de junho, segunda-feira, das 19h30min às 20h30min, tendo por local o auditório do Prédio B, da Unijuí - campus Santa Rosa


                A Unijuí e o CIEE promovem palestra única e imperdível:

         - Meta Competência em Marketing e Vendas: O que é preciso para o sucesso de sua carreira, com o internacionalmente renomado escritor, consultor e palestrante Marcos Cobra, uma das maiores e mais conhecidas autoridades em marketing, no dia 21 de junho, terça-feira, no Salão de Atos do Campus Ijuí, com início às 19h30min. O ingresso será 1kg de alimentos não perecíveis. 


quarta-feira, 25 de maio de 2011

Benefícios fiscais para inovação nas empresas


                Hoje voltamos a falar de inovação, que melhora na imagem das empresas, acelera  processos internos, aumenta a produtividade, moderniza os produtos, gera aprendizagem e desenvolvimento social, além de grande impacto na economia e na melhoria da qualidade de vida de trabalhadores e consumidores. Se você deseja inovar na sua empresa, mas não o faz por falta de conhecimento e/ou por não querer alocar recursos para projetos novos, é possível encontrar nos benefícios fiscais um bom auxílio na chamada “Lei do Bem”, especialmente ser for optante pelo Lucro Real. Para as demais, que possuírem bons investimentos em inovação, os benefícios podem incentivar inclusive a mudança para o Lucro Real para melhor aproveitamento fiscal.
                A lei federal (no 11.195/05) é a que dispõe sobre Inovação Tecnológica, criando incentivos fiscais de apoio às atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica. O objetivo é incentivar modernização das empresas brasileiras, com um entendimento de Inovação bastante amplo, enquadrando investimentos em produtos ou processos novos, como pesquisa, desenvolvimento e qualquer tipo de inovação tecnológica que proporcione melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade e/ou produtividade, resultando em maior competitividade.
                A chamada Lei do Bem, em seu artigo 17, divide os incentivos em três grupos, sendo eles: - Novos Produtos, com pesquisa e desenvolvimento de novos bens ou serviços, abrangendo também aqueles possuem diferentes características ou funcionalidade dos demais já produzidos pela empresa. Ou seja, podem ser bens ou serviços novos para a empresa, mesmo que não sejam necessariamente novos para o mercado, - Inovação Organizacional e nos processos, contemplando novos métodos de gestão, novos softwares e equipamentos, a serem aplicados aos processos internos de produção e administração, desde proporcionem mais rapidez, economia e desenvolvimento organizacional, - Maior competitividade Mercadológica, com novos investimentos no marketing, novas linhas de produtos, novas estratégias comerciais, novos mercados, satisfação das necessidades dos clientes, aumento das vendas entre outras ações que proporcionaem maiores e melhores resutados para a empresa.
                Os benefícios fiscais são através da dedução, para efeito de apuração do lucro líquido, do montante correspondente as despesas com pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação, além da redução de 50% do IPI incidente sobre equipamentos, máquinas, aparelhos, instrumentos, acessórios e ferramentas que acompanhem esses bens. A quota de depreciação acelerada também constituirá exclusão do lucro líquido para determinação do lucro real. Além disso, a lei prevê a dedução de despesas com transferências à micro e pequenas empresas e aos inventores independentes, destinadas à execução de pesquisas e desenvolvimento de inovação. Ainda, de acordo com Art. 19, a partir de 2006, a empresa poderá excluir do lucro líquido, na determinação do lucro real e da base de cálculo da CSLL, o valor correspondente entre 60% e 80% das despesas com inovação, dependendo no número de funcionários envolvidos na atividade.
                Para utilizar os benefícios legais com segurança, recomenda-se que com apoio de profissional com experiência, a empresa organize seus processos internos, se cadastre e preste contas anualmente ao Ministério da Ciência e Tecnologia, que se comunicará com Receita Federal sobre as informações referentes ao uso dos incentivos fiscais utilizados.
(baseado em parecer da Adm. Miquela Coracini Werlang, da Viegas Auditores e consultores, sobre a lei nº 11.487, de 15 de junho de 2007.)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Propaganda “Boca a boca” – buzzmarketing

               Com freqüência ouço alguém dizer a empresa x ou y se promove no “boca a boca”, justificando por que fazem pouco ou nada quanto a anúncios em veículos de mídia em geral. O popular “boca a boca”, é também chamado de buzzmarketing, pelos estudiosos e pesquisadores e é uma “arma” poderosa. O termo “arma” não é somente força de expressão e explico: um anúncio em jornal, rádio, TV, jornal, outdoor, internet, mesmo que seja muito mal feito e veiculado inadequadamente, na pior das hipóteses terá efeito nulo, porém, o “boca a boca”, tanto pode promover muito mais, como pode causar grandes prejuízos para um produto, marca, ou empresa, quando os comentários são negativos.
                Sabendo da crescente influência e do número de pessoas que se ligam as mídias sociais, o poder do buzzmarketing é cada vez maior e mais difícil de controlar, tomando proporções inimagináveis em algumas situações. Portanto, o “boca a boca” precisa ser muito mais do que uma desculpa para não anunciar, é fundamental dar razões para as pessoas falarem bem dos seus produtos, do seu atendimento, das suas marcas, dos seus profissionais, das fachadas, vitrines, do que ouvem, do que sentem, do que lembram de seu estabelecimento.
                Sugiro que você vá agora, para o outro lado da rua e olhe para a sua empresa como se fosse um possível cliente. Depois vá se aproximando, olhando tudo em detalhes, entre no PDV e siga observando tudo, como se estivesse para comprar ou solicitar informações. Depois, volte para onde estava e pergunte-se criticamente, quais e quantas razões a sua empresa dá para as pessoas comentarem o nome da sua empresa e o que ela oferece. Para finalizar, pense novamente sobre o que você está fazendo para o seu marketing “boca a boca” funcionar.   
               

terça-feira, 17 de maio de 2011

Fundamentos de uma boa venda

               Existem pessoas que acham que só pelo fato de atender com a chamada boa educação, já estão fazendo o suficiente. Atender bem é muito mais do que isso, pois a “boa educação” é o mínimo necessário para um bom convívio em qualquer lugar, mesmo que alguns não se dêem conta disso.
                Para quem é profissional de vendas, ou dirige equipe de vendas, não deve esquecer dos fundamentos de uma boa venda:
                - As relações com os clientes: não só no contato direto, mas também na satisfação das necessidades que forem percebidas. Há vendedores limitados que pensam que um mínimo de cordialidade já satisfaz. Não funciona assim! TUDO na empresa se relaciona com o cliente, incluindo equipamentos, móveis, paredes, aberturas, mas principalmente as pessoas.
                - Atmosfera da venda: o ambiente precisa ter uma energia positiva, com um clima positivo entre as pessoas, cheiros, luzes, temperatura, sons cores e conversas agradáveis e positivas. O melhor é uma mistura de descontração com intensidade e seriedade e informalidade com profissionalismo.
                - Resultados positivos: para ser uma boa venda precisa gerar resultados positivos, tanto em lucratividade, como em fidelização e indicação de clientes novos, pelos clientes atuais e atração de novos clientes pela repercussão dos resultados. 
                Estes fundamentos parecem óbvios, mas todos nós que somos clientes uns dos outros, sabemos que seguidamente estes fundamentos são esquecidos. A razão, novamente é aquela velha máxima: “não basta saber, é preciso fazer”.
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