quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Motivadores para vender mais
“À
medida que vou ficando mais velho, presto menos atenção no que os homens dizem
e mais atenção no que fazem.” A frase é de Andrew Carnegie e a compartilho para
lembrar aos queridos leitores que as atitudes são mais importantes do que as
palavras e ainda, que palavras que não tiverem coerência nas atitudes, ficam
sem sentido.
-
Desafio – 25% dos vendedores chegam
ao topo da carreira em vendas. Os desafios e a adrenalina de conquistar novos
clientes são o que o levam este profissional para o sucesso.
-
Família – ele sente orgulho de ser
uma pessoa amada pelos seus familiares e esse convívio harmonioso serve de
combustível para motivar-se diariamente.
-
Disciplina – Criar uma rotina diária
de visitas, ligações, atendimento externo, recuperação de clientes inativos,
entre outras tarefas importantes fazem parte do seu cotidiano, pois entende que
volume de trabalho com qualidade é seu maior diferencial.
Destaque profissional – O vendedor de
alta performance não gosta de chegar em segundo lugar. Ele trabalha pela
primeira posição e esse é um estímulo poderoso para se manter automotivado todo
o mês.
Superação – Quando os resultados não estão fluindo, ele
cresce, vira um gigante e aumenta ainda mais sua força para transformar essas
adversidades em conquistas pessoais e profissionais.
Autoconfiança – O cliente coloca uma
objeção, e agora o que fazer? O vendedor despreparado vai demonstrar um
desconforto no seu aspecto facial e o cliente vai perceber rapidamente o seu
despreparo. E o vendedor autoconfiante? Ele tem pelo menos duas saídas para
cada objeção que o cliente coloca e assim, vai gerar maior confiança na relação
e na proposta.
Vejam os leitores que no
conjunto, a recomendação é que cada um invista no aumento do seu poder pessoal,
para assim, gerar mais confiança em si e nos seus interlocutores. Esta
confiança é a base dos relacionamentos duradouros e estes, dos melhores
negócios.
Para recordar os
nomes dos contatos
No
livro Personal Branding – Construindo a sua marca pessoal, Arthur Bender
apresenta 3 dicas para recordar nomes dos clientes, fornecedores, e contatos
diversos, que não convivemos tão intensamente, mas que precisamos lembrar os
nomes para garantir uma boa relação.
1-
Use
o nome da mesma forma que lhe for dado. Quando alguém
se apresentar como João Francisco Santos, por exemplo, não o chame de Chico, ou
Santos. Há quem prefira ser chamado pelo apelido, ou pelo sobrenome, mas quando
for o caso, a pessoa assim se apresentará. Não respeitar a forma com a qual a pessoa
se apresenta, é um primeiro erro e sabemos que em 3 erros, temos um possível
ex-futuro cliente.
2-
Repita
o nome da pessoa assim que ela se apresentar para se
certificar de que está usando a pronúncia correta. Dizê-lo rapidamente logo
após as apresentações também ajuda a gravar o nome. É melhor corrigir um erro
imediatamente do que irritar e desviar a atenção do cliente durante o processo
de vendas chamando-o pelo nome errado.
3-
Se
o nome for incomum e difícil de pronunciar, não tenha vergonha de perguntar se
você está falando do jeito certo. Apenas diga:
“Quero ter certeza de que estou dizendo o seu nome corretamente. Pronuncia-se
Xxxx Xxxxx?” Isso não ofenderá a maioria das pessoas e é mais provável que
apreciem o fato de você estar fazendo um esforço sincero para acertar.
Um
abraço e até a próxima semana!
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Sinais de Fracasso
“O
seu diferencial no atendimento depende do quanto você se empenha para destacar
aos clientes cada detalhe da empresa, produtos e serviços”. A frase é do prof.
Randes Enes da FGV e compartilho nesta semana, pois qualificar o atendimento é
desafio diário de todos nós, na busca pela melhoria contínua dos nossos
negócios e da vida das pessoas com as quais nos relacionamos.
Lendo
um texto do professor Randes Enes, da FGV, que considero muito pertinente,
decidi compartilhar com os amigos leitores para que também o façam com seus
colegas, para que todos possam auxiliar uns aos outros, quando eventualmente
aparecerem estes e outros sinais similares. Segundo Randes, os sinais de
fracasso são os seguintes:
1-
Quando
você comete um erro e diz: “Mas a culpa não foi minha!”
2-
Quando
você (ou alguém pensa) “Mudar? Para quê? Isso sempre foi assim...”
3-
Quando
o seu superior imediato, ou seu colega de função tem talento e você, em vez de
buscar sinergias com eles, busca defeitos.
4-
Quando
você entende que os seus insucessos foram causados pelo azar.
5-
Quando
você já falou assim: “ ...Olha, mas tem muita gente pior que eu...”
Analisando
as posturas pessoais, os pensamentos e as falas de profissionais de diferentes
áreas, muitos destes pontos estão presentes com certa frequência e justamente em
situações que não tiveram bons resultados, não é mesmo?
Para
que possamos estar atentos a estes sinais, e evitá-los em nossas vidas e nossas
equipe, é fundamental uma disciplina individual e também uma ajuda mútua e
coletiva para que possamos todos ter um entendimento diferente das
responsabilidades com o que ocorre com a vida, a carreira e os negócios de cada
um, conseguindo gerar atitudes com maior poder pessoal de cada profissional.
Administrando o
tempo do vendedor
O
tempo é um dos recursos mais valiosos para os profissionais de vendas e
administrá-lo bem, é uma das melhores maneiras para prosperar. É preciso
dividir o tempo em Preparação, Administração, Vendas, Alimentação e repouso,
Viagens e Espera. As pesquisas mostram que em média, o vendedor passa mais de
cinco horas por dia em alguma forma de venda, entre as quais a visita de vendas.
A distribuição de trabalho normal de 46,9 horas média/semana/mês seria de aproximadamente
a seguinte:
-
Venda pessoal (face a face) - 14,3
horas, ou 31% do tempo;
-
Venda por telefone – 11,6 horas, ou 25% do tempo;
-
Esperando ou viajando – 8,5 horas, ou 18% do tempo;
-
Tarefas administrativas - 7,2 horas, ou 15% do tempo;
-
Visitas de vendas – 5,3 horas, ou 11% do tempo;
Todas estas são tarefas
fundamentais para o processo de vendas e portanto intrínsecas do trabalho dos
profissionais da área. Assim, é fundamental realizá-las considerando os
parâmetros citados e adequados à realidade de cada região de atuação, produtos
comercializados, características do cliente, dentre outros. Estruturando bem a
distribuição do tempo e utilizando bem o tempo para cada tarefa, a
produtividade vai seguramente, gerar melhores resultados para a sua empresa e
para os profissionais.
Desejando
a você e a sua equipe melhores vendas, um abraço e até a próxima semana!
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Entendendo o comportamento do seu cliente
São muitos os fatores que interferem na maneira como os clientes de diferentes ramos de atividade se comportam. Todavia, é preciso procurar entender com o maior número de detalhes possível, quais são as influências diretas e indiretas no seu negócio, que estão determinando quem vem até sua empresa, porque o faz, quem não vem, porque não vem, porque buscam outras opções, qual o motivo de aderirem a determinada opção e não a outras.
Entender o comportamento do cliente vai muito
além de manter um bom atendimento ou qualificar o relacionamento da empresa com
os clientes. É preciso observar como é a composição do seu público alvo como as
diferentes gerações, gênero, nível de renda e nível de formação, fatores regionais
e locais. As empresas que investem tempo, energia e atenção em entender o
cliente o fazem baseadas nas características dos segmentos e procurando
entender as atividades mentais e emocionais envolvidas na seleção, adesão e uso
de serviços ou dos bens para a satisfação das necessidades e desejos do seu
público alvo.
Estar ciente de informações detalhadas,
analisadas estatística e mercadologicamente, para sustentar a tomada de
decisões, planejamento e investimentos, proporciona uma vantagem competitiva
muito maior, na difícil tarefa de competir com players cada vez mais fortes,
mais numerosos e vindos de diferentes partes do mundo. Sabemos que para que um
consumidor tome a atitude de aderir a uma opção é preciso que na sua mente já
tenha se instalado a existência de uma necessidade, tenha tomado consciência
desta necessidade, investigado e tido conhecimento sobre o que pode satisfazer
esta necessidade e do desejo de satisfazê-la, considerando determinados
fornecedores e opções que eles oferecem.
Temos no Brasil,
como em outras economias que evoluem, um aumento cada vez mais significativo do
consumo de serviços e isso está diretamente ligado ao comportamento do
consumidor que busca sempre uma maior conveniência para satisfazer suas
necessidades. Desta forma, quanto mais você e sua empresa puder agregar ao que
é oferecido aos clientes, com serviços que proporcionem facilidade, agilidade,
praticidade, menor esforço do cliente, maior será a preferência pela opção que
você e sua empresa oferecem.
Ao aprofundar
os estudos sobre o comportamento do cliente evidencia-se o quanto erram aqueles
gestores que julgam que há um comportamento padrão a um grande grupo de consumidores.
Quantas vezes ouvimos expressões como “os clientes só querem...”, “os clientes
precisam de ...”, “ninguém gosta de...”? São evidências de pessoas que pensam
que todos se comportam da mesma maneira e este é o erro mais básico que um
gestor ou profissional de vendas pode cometer. É preciso conhecer a
sensibilidade do consumidor às variações de ofertas, sendo que cada indivíduo
se comportará de maneira diferente, dependendo das crenças ou predisposições
ativadas pela necessidade e o desejo que ele possui no momento. Estas
diferenças individuais influenciam e proporcionam combinações, habilidades,
interesses, reações e motivações que determinarão a adesão ou não do cliente a
proposta que ele encontrou, ou que foi apresentada a ele. Portanto, é preciso
estar muito atento para entender exatamente o que o cliente está necessitando e
desejando e assim apresentar-se como a melhor proposta para o momento. Entender
seus movimentos, sua história, seu comportamento é tão importante quanto
ouvi-lo atentamente, procurando formas de atrair e manter o interesse do
cliente, para aquilo que você tem a oferecer.
Manter informações completas e atualizadas
sobre o cadastro dos seus clientes, bem como acompanhar pesquisas publicadas
nos mais diversos meios sobre o comportamento dos consumidores do que você
oferece e ainda, contratar pesquisas sobre como o público alvo da sua
organização se comporta ao optar por aquilo que você tem a oferecer, são as
formas mais objetivas de conhecer, estudar e gerir o seu negócio a partir do
entendimento do comportamento do cliente.
Desejando
a você ótimos negócios, um abraço e até a próxima semana!
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Liderando nos tempos atuais
“Aquele que quer fazer tudo sozinho, jamais será um grande líder, muito menos aquele que quer ficar com todo o crédito por fazê-lo.” A frase é de Andrew Carnegie e compartilho com os amigos leitores para refletirem sobre a liderança nos tempos atuais.
É
fácil constatar que temos uma carência de líderes, não somente em quantidade, como
em qualidade. Esta carência gera dificuldades de sucessão em entidades,
empresas, órgãos públicos, dentre outros, o que com o passar do tempo, gera
consequências desastrosas para o desenvolvimento em todos os seus aspectos. Quem
teria a responsabilidade por esta carência de líderes?
Fazendo coro com outros pensadores
e pesquisadores da área, entendo que a responsabilidade por formar outros líderes,
é dos líderes atuais. Peter Druker chega afirmar que a principal função de um
líder é formar outros líderes e justifica a afirmação pela necessidade de
sucessão e continuidade dos projetos estratégicos, em geral de longo prazo.
Liderança se aprende tanto em casa,
quanto na escola, e ao longo da vida pessoal e profissional, assim como no
convívio com bons exemplos e em cursos específicos, mas principalmente
praticando liderança em muitos momentos que a vida proporciona. Para liderar
nos dias atuais é preciso ser carismático, valorizar as pessoas, criar formas
de estimular a motivação dos colegas, desejar o bem dos pares, saber ouvir e
dar retornos sobre as ações de quem está ao seu lado. A lista pode ser maior,
claro, mas um bom profissional, que pode e deve liderar, deve ter esta base na
sua personalidade.
Os líderes são pontos-chaves de
uma organização, cujo sucesso é altamente dependente das suas atitudes, pois uma
organização nunca é e nem será maior do que a capacidade de fazer acontecer,
dos seus líderes. Da mesma forma vale dizer que a liderança mal desempenhada é
a maior razão de episódios de estagnação, desmotivação, declínio, perda de
atratividade para quem trabalha e para seus públicos de interesse. Nos dias de
hoje, um líder precisa ter capacidade para unir as pessoas, comungar objetivos,
amar e respeitar o próximo.
Bons
gestores e bons líderes são atualmente os ativos mais valiosos que uma
organização pode ter. Sabendo que a manutenção de talentos é cada dia que passa
um desafio maior para as organizações que desejam desenvolver-se e atrair seus
públicos de interesse, precisam lembrar sempre que as palavras movimentam, mas
os exemplos arrastam.
Os
líderes precisam saber e também mostrar aos seus seguidores de que o futuro não
é o lugar para onde estamos indo, e sim, o lugar onde estamos construindo.
Portanto, refletir como cada um de nós está preparando seus sucessores e
também, como está construindo o seu futuro, é uma tarefa diária.
Uma
das principais dificuldades que algumas pessoas têm ao exercer a liderança, é
entender que ela é construída pelo exercício das competências e não pela posse
ou pelo cargo. Outras dificuldades comuns têm aquelas pessoas que não conseguem
entender que o seres humanos são complexos e que possuem grandes diferentes
entre si, principalmente quanto aos interesses e motivações individuais. Quem
busca tratar a todos de forma igual, está na verdade, discriminando, excluindo
muitos e privilegiando outros. É preciso ficar claro também, que líderes são pessoas
comuns, que possuem habilidades comuns e constroem algumas competências também
comuns ao longo da vida, mas no seu conjunto, formam uma pessoa incomum, capaz de gerar nos seus
seguidores, influências positivas, estimulando a motivação individual, para buscar
objetivos coletivos e da organização. Para isso, é preciso se colocar a serviço,
para desenvolver
habilidades extraordinárias em pessoas comuns, que conseguirão alcançar
objetivos incomuns ao seu grupo e a sua organização.
Desejando
que você possa liderar melhor, um abraço e até a próxima semana!
domingo, 20 de outubro de 2013
O relacionamento interpessoal e a carreira
Compartilho a frase que Byron deixou para
refletirmos muito sobre a nossa vida: “Os espinhos que me feriram foram
produzidos pelo arbusto que plantei.”
Já
escrevi aqui e não me canso de lembrar aos amigos, que tão importante quanto as
competências técnicas, são as competências interpessoais, para desenvolver a
carreira profissional e a imagem pessoal, ou seja, o relacionamento
interpessoal ajuda a fortalecer a sua marca pessoal.
A
psicóloga Gisele Meter, que também é empresária, palestrante e consultora de
RH, tem auxiliado muitos profissionais a entenderem melhor o efeito dos
relacionamentos em suas carreiras, lembrando que respeitar as diferenças é a
base dos relacionamentos. Compartilho hoje, um texto baseado no pensamento
desta profissional.
Uma pessoa que implica com o modo que as outras
pessoas se vestem ou se comportam e até mesmo desdenha da religião ou
preferência sexual de seus colegas de trabalho, tirando assim conclusões
precipitadas, deve ter muito cuidado, pois seu emprego e até mesmo sua carreira
podem estar em risco. Além disso, este profissional pode estar comprometendo
para um bom tempo a sua reputação, considerando os próximos locais de trabalho
onde gostaria ou até precisaria ir.
A consultora destaca que num mercado de
trabalho competitivo, ter uma boa formação técnica e grande experiência não são
isoladamente requisitos que poderão gerar oportunidades e consolidar uma
carreira de sucesso: é preciso ir além. Ela explica que desenvolver o
relacionamento interpessoal é uma habilidade “chave” para uma carreira
promissora.
O que a maioria sabe, mas nem sempre consegue
praticar, é que é preciso aprender continuamente a conviver com pessoas de hábitos,
preferências, culturas e necessidades diferentes das nossas. Para Gisele, isso é
essencial para crescer profissionalmente.
Bons relacionamentos profissionais não têm preconceitos
e devem ser baseados na educação, respeito, cordialidade e gentileza. “É de
grande importância respeitar opiniões diferentes das suas e isto não significa
que você precise concordar com elas ou que não deva, educadamente, emitir a sua
opinião”, comenta a Consultora.
Gisele Meter orienta a entender os motivos do
outro e a importância de se colocar no lugar dele antes de se posicionar e isto
sempre deverá ser feito sempre de maneira educada e cordial. “Forçar uma
situação, tentando mudar o ponto de vista de outra pessoa de maneira agressiva,
pode gerar descontentamento, frustração e conflitos interpessoais”, aponta.
A consultora acredita que quando nos
colocamos no lugar de outras pessoas, temos a oportunidade de mudar a
perspectiva de nossos pensamentos, ideias e até mesmo das ações. “Quando
sabemos ouvir, conseguimos até mesmo identificar necessidades não ditas
verbalmente, mas que ficam implícitas no discurso. Desta forma, nossas ações
acabam sendo mais eficazes e superam as expectativas das pessoas.”
O relacionamento interpessoal tem sido apontado como um dos principais
responsáveis pelos avanços da maioria dos executivos em carreiras. Desta forma,
investir nas suas competências interpessoais tem grande valor e ótimo retorno,
tanto quanto investir nas competências técnicas. Melhorar o humor, a acolhida
aos colegas, trocar gentilezas, elogiar, reconhecer as qualidades dos outros,
são algumas das ações básicas que qualquer profissional pode fazer. Para as
demais, se for preciso, uma ajuda externa, de profissionais especializados,
pode contribuir significativamente.
Um abraço,
ótimas relações pessoais e profissionais e até a próxima semana! jam
direcionadas para o alvo.jam direcionadas para o alvo.
As principais causas da falta de foco são:
- falta de clareza de objetivos,
- excesso de objetivos e dificuldades de estabelecer prioridade,
- distrações provenientes de outros interesses e compromissos.
Quando conhecermos nosso alvo e nos concentrarmos em atingi-lo, adquirimos um extraordinário poder de realização.jam direcionadas para o alvo.
As principais causas da falta de foco são:
- falta de clareza de objetivos,
- excesso de objetivos e dificuldades de estabelecer prioridade,
- distrações provenientes de outros interesses e compromissos.
Quando conhecermos nosso alvo e nos concentrarmos em atingi-lo, adquirimos um extraordinário poder de realização. Saber priorizar nossos esforços é fundamental para obter sucesso. Mas não se esqueça de olhar ao redor para perceber o todo. Esteja sempre atento a tudo, sempre alerta aos acontecimentos que podem ajudá-lo a atingir o alvo. O foco é estabelecido para evidenciar e priorizar, nunca para diminuir nossa capacidade de visão.
As principais causas da falta de foco são:
- falta de clareza de objetivos,
- excesso de objetivos e dificuldades de estabelecer prioridade,
- distrações provenientes de outros interesses e compromissos.
Quando conhecermos nosso alvo e nos concentrarmos em atingi-lo, adquirimos um extraordinário poder de realização.jam direcionadas para o alvo.
As principais causas da falta de foco são:
- falta de clareza de objetivos,
- excesso de objetivos e dificuldades de estabelecer prioridade,
- distrações provenientes de outros interesses e compromissos.
Quando conhecermos nosso alvo e nos concentrarmos em atingi-lo, adquirimos um extraordinário poder de realização. Saber priorizar nossos esforços é fundamental para obter sucesso. Mas não se esqueça de olhar ao redor para perceber o todo. Esteja sempre atento a tudo, sempre alerta aos acontecimentos que podem ajudá-lo a atingir o alvo. O foco é estabelecido para evidenciar e priorizar, nunca para diminuir nossa capacidade de visão.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Os desafios do varejo
Só quem atua no varejo sabe o quanto é desafiadora esta atividade empresarial. A percepção aumenta ainda mais porque muita gente inicia suas atividades imaginando que é fácil locar um ponto, prepará-lo e colocar mercadorias à disposição das pessoas. Dentre os muitos desafios está a atenção no comportamento do consumidor.
Na nova classe
média por exemplo, tanto o homem quanto a mulher trabalham, sendo ela, ao mesmo
tempo mãe e profissional, vê seu smartphone como uma ferramenta para economizar
tempo e dinheiro, tudo com estilo e elegância. As empresas que não prestarem
atenção nestas peculiaridades serão ultrapassadas por outras mais atentas, na
opinião de Paco Underhill, especialista em comportamento do consumidor e autor
do best-seller “Vamos às Compras” traduzido em 27 idiomas, obra que recomendo.
Todos sabemos o quanto a tecnologia vem contribuindo para o
desenvolvimento do varejo nos últimos anos, mas estimular a experiência do
consumidor tem se mostrado uma das ações mais eficientes na decisão de compra. É
preciso lembrar que cada ambiente é único, permitindo experiências únicas e por
isso, todos os elementos deste ambiente devem ser analisados, podendo ser utilizados
para garantir a melhor interação entre os produtos oferecidos e os clientes.
“Quem compra no centro de Salvador, na Bahia, encontra músicos percussionistas
e isso faz parte da experiência do consumidor, mesmo com o calor forte e as
ruas um pouco sujas. É algo mais humano”, comenta Paco Underhill, antropólogo
norte-americano, em entrevista a blog Mundo do Marketing.
Underhill diz na entrevista que as cidades
brasileiras não estão abrindo novos shoppings para servir a novas marcas, mas
para roubar as marcas de outros. É muita concorrência e o país também
enfrenta um sério problema de transporte público, dificultando a ida a estes
estabelecimentos. Assim, para o pesquisador, o futuro de qualquer centro comercial,
grande ou pequeno depende de uma melhor mobilidade urbana. Outro desafio citado
pelo autor é “as Classes A e B estão fazendo suas compras fora do Brasil. Se
quero uma bolsa da Gucci, ela acaba sendo mais barata em Miami, nos Estados
Unidos, do que em São Paulo. Isso é um dos desafios para as lojas brasileiras.”
Para atender melhor o novo perfil do consumidor, é preciso reconhecer
que ele vê o seu smartphone como uma ferramenta e se importa com a maneira como
este afeta sua qualidade de vida. O novo consumidor precisa economizar tempo,
dinheiro e, ao mesmo tempo, busca fazer isso com estilo e elegância. Para Underhill,
a tecnologia faz parte da solução no longo prazo, mas, no marketing de varejo, ela
deve gerir melhor a cadeia de suprimentos. É a tecnologia que não vemos que
permite preços mais baixos e frutas e vegetais frescos chegando ao mercado
rapidamente.
O comportamento do consumidor mudou tanto nos últimos anos, que em
muitos casos se inverteram os tipos de produtos que cada gênero tinha maior
influência na decisão de compra. As mulheres estão decidindo desde carros a produtos
eletrônicos, o que algum tempo atrás eram deixados para os homens resolverem.
Enquanto isso, os homens estão decidindo e assumindo compras da linha
gastronômica e fazendo muitas compras de família. O comportamento das
diferentes gerações também modificaram bastante as relações do varejo e por
tudo isso e muito mais, o lojista independente do ramo de atividade não pode
mais seguir atendendo e compreendendo todos da mesma forma.
Para finalizar, é preciso destacar a importância de ter informações
atualizadas sobre os clientes e também sobre os não clientes para tomar
decisões que possam qualificar seus resultados. Todavia, tão importante quanto
obter os dados é saber como analisar, para que as respostas possam fundamentar
decisões seguras, em busca dos resultados esperados.
Um abraço e até a próxima semana!
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
É preciso ter foco
Nesta semana compartilho a
frase de Platão “A sabedoria consiste em ordenar bem a nossa própria alma.”
para que possamos colocar foco nos nossos objetivos para que eles possam ser
viabilizados e concretizados com maior agilidade.
Com o ritmo e o volume de atividade que nos impõe a vida
moderna, é muito comum tanto na vida, quanto no trabalho perdermos o foco. A
falta de foco é um dos principais motivos que impedem as pessoas de atingir seus
objetivos tanto de curto, quanto médio e longo prazo. Carlos Hilsdorf lembra
que “Se um navio errar um grau em sua rota, chegará ao continente errado, ao
fim da viagem, pois o foco é o que permite atingir o alvo, chegar ao destino
desejado.” Para isso, é preciso conhecer bem o alvo e nos concentrar-se firmemente
nele. Dar foco em alguns objetivos de cada vez é concentrar e direcionar toda a
energia para o alvo.
Os pensadores como Hilsdorf e outros tem apontado como
causas da falta de foco na vida pessoal e profissional das pessoas os seguintes
pontos:
- falta de objetivos e quando existem, estão pouco claros;
- grande número de objetivos, que se confundem com sonhos, desejos,
necessidades;
- dificuldades em estabelecer prioridades;
distrações provenientes de
outros interesses e compromissos.
- volume cada vez maior de distrações provenientes de outros interesses e compromissos.
- volume cada vez maior de distrações provenientes de outros interesses e compromissos.
Ao clarear o alvo e concentrar-se em atingílo, a ação
consciente e inconsciente de cada um de nós, além do universo ao nosso redor,
adquire um extraordinário poder de realização e assim concretizamos nossos
objetivos de forma mais ágil. A capacidade de priorizar esforços é fundamental
na busca do sucesso de nossas ações e por isso, é também fundamental não
esquecer de acompanharmos atentamente o nosso redor, para termos uma boa
percepção sobre o conjunto do ambiente em que estamos inseridos.
É cada vez mais importante estar atento a um conjunto
cada vez maior de acontecimentos ao nosso redor e sempre alerta aos
acontecimentos que podem auxiliar a atingir o alvo e também a aqueles que podem
ameaçar nossos objetivos. Conforme lembra Hilsdorf, o foco é estabelecido para
evidenciar e priorizar nossas ações, nunca para diminuir nossa capacidade de
visão, ou nossa capacidade de desenvolver, empreender e inovar. Portanto, foco
é uma questão de sobrevivência, onde escolhemos algumas ações de cada vez, para
garantir a efetividade e executar com o passar do tempo, um número maior de
ações, do que se tentassemos implementar vários projetos de forma concomitante.
Conheço pessoas e empresas que estão com os mesmos projetos e objetivos há
tanto tempo, tentando tocar todos ao mesmo tempo, que já gerou desgastes
internos e cada vez mais dificuldades para a sua implementação.
Espero que nas próximas semanas, os amigos consigam
elencar prioridades, dar foco nos seus objetivos e assim efetivar cada vez mais
objetivos importantes para suas vidas.
Um abraço e até a próxima semana!
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