quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Dar e receber feedback

                Várias vezes por dia damos e recebemos feedback e mesmo que a maioria deles seja de maneira informal, é preciso aprimorarmos nossas habilidades. Dar e receber feedback é fundamental para a manutenção e a melhoria das nossas relações interpessoais, que interferem em muitas situações de nossa vida pessoal e profissional. Assim, precisamos sempre avaliar até que ponto sabemos dar e receber feedback, pois é uma ferramenta cada vez mais importante no mundo empresarial.
               A partir da literatura e dos diversos conceitos de feedback podemos defini-lo como o processo de comunicação em que uma pessoa fala sobre o desempenho da outra, buscando apontar aspectos positivos e aspectos a melhorar. É mais comum no âmbito profissional, porém, no âmbito pessoal também é comum amigos, casais, familiares, darem e receberem feedback sobre suas relações e expectativas em relação ao outro. Apesar de muita gente pensar que o feedback é só para corrigir algumas situações, este é um entendimento equivocado, pois a intenção é sempre dar um retorno para a pessoa, sobre seus comportamentos e ações. Então, se estivermos gostando e não há do que reclamar, é preciso dar um bom elogio e expressar para a outra pessoa este sentimento, para que haja um aumento da confiança, para que a pessoa se sinta segura e entenda que está no caminho certo e esperado por você.
                Não há um tempo certo para dar um feedback, pois quanto mais constante, melhor, tanto para a organização como para a pessoa que recebe. Sendo assim, nas organizações e na nossa vida pessoal, é preciso aprimorar continuamente nossas habilidades neste sentido, pois não é todo mundo que consegue dar um bom feedback de forma a motivar a pessoa que ouve e principalmente possibilitando-a tornar-se ainda melhor. Um feedback feito de forma inadequada ou errada pode criar muitas dificuldades para a vida da outra pessoa, podendo deixá-la com traumas tanto sobre feedback, quanto sobre os aspectos que foram apontados sobre ela. Um dos pontos chaves é construir um bom relacionamento com a pessoa que irá receber o feedback. A confiança é outro ponto chave para que a pessoa possa receber e realmente aprimorar os aspectos apontados na avaliação de desempenho passada.
                Um feedback que não deixa marcas ruins em quem recebe será visto como um presente, mesmo quando a lista de fatores a melhorar for grande. Nada melhor do que saber quais são os seus pontos fortes e fracos, por alguém que se mostra disposto a te auxiliar e te compreende, pois são poucas as pessoas que estão dispostas a fazer isso por nós. Precisamos aprimorar o entendimento de que estas pessoas só fazem isso por nós, porque querem ver o outro melhor e por realmente se importarem conosco.
                Ao dar e receber feedback é preciso separar bem os comportamentos pessoais, da constituição e personalidade da pessoa em si. Por isso, temos que dar retorno sobre os comportamentos, nunca sobre a pessoa. Muitas pessoas de gerações passadas não aceitavam bem este tipo de situação e é por isso que muitos têm dificuldade de evoluir, limitando-se ao seu próprio entendimento e percepção sobre o seu comportamento. A boa notícia é que as novas gerações têm mais pessoas entendendo a importância de saber se o seu desempenho está satisfatório e também, mais dispostas a conversar com as pessoas próximas orientando frequentemente, o que é preciso melhorar nos outros.
                Ao dar e receber feedback, ambas as partes precisam ter em mente de que estão fazendo uso de uma excelente ferramenta de motivação e de melhoria das relações, nunca, uma ação destrutiva intencional ou não. Por isso, ao falar sobre os pontos a melhorar temos que ressaltar os muitos outros pontos positivos que a pessoa possui e que juntos poderiam transformar em um profissional ou pessoa ainda melhor.
                Finalizando, é preciso lembrar que as pessoas ao seu redor, tanto colegas de trabalho, superiores ou subordinados, quanto familiares ascendentes ou descendentes estão ansiosos por novidades, por saber como podem ser melhor nas suas relações, no seu trabalho. Então, aproveite os  momentos e dê bons feedbacks que auxiliarão muito nas suas relações e no seu trabalho!

                Um abraço a todos e até a próxima!

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Inovação em produtos e negócios

                Por atuar há quase 20 anos com pesquisas e análises de mercado, com frequencia, após aulas, entrevistas ou palestras e em atividade de consultoria, recebo perguntas sobre qual seria um bom negócio para se investir e ainda mais frequentemente, sobre o que seria um bom produto para lançar no mercado. Sei que esta pergunta está na mente de muitos dos leitores e por isso, escrevo aqui algumas linhas que podem contribuir, a partir do venho lendo, vendo, estudando.
                Entendo que ao pensar um novo negócio, ou um novo produto num negócio já existente, é preciso observar alguns pontos como:
- Evidencie benefícios de forma clara e específica – Para o sucesso de um produto ou negócio é preciso identificar e concentrar-se na oferta de um benefício forte, que faria o público alvo aderir ou comprar o que você vai oferecer e concentrar todos os esforços de quem produz, quem comercializa até quem entrega;
- Busque razões para acreditarem no que você oferece – Obtém-se maior credibilidade fundamentando o trabalho na honestidade, lembrando que para isso, cumprir tudo o que é prometido na propaganda, na descrição do produto, na promessa do vendedor, é fundamental. Perguntar para os clientes se o produto ou serviço alcançou e superou as expectativas é uma das formas de testar se estamos sendo vistos como honestos e se as pessoas podem acreditar no que estamos prometendo aos futuros clientes. Uma forma de aumentar a credibilidade é utilizar os testemunhos dos clientes que tiveram as expectativas superadas, para promover o que você tem a oferecer.
- Ofereça uma grande diferença – É preciso quantificar benefícios, valores, vantagens que o cliente obterá ao aderir, ou comprar o que você pretende oferecer. Quem não consegue quantificar as vantagens do que você oferece em relação a concorrência, não pode reclamar quando os clientes optarem por opções mais baratas. Um preço mais baixo é um benefício específico, facilmente comparável e obviamente, fácil de medir. Para confrontar uma desvantagem específica de preço é preciso oferecer uma vantagem de valor agregado tão importante e clara quanto o preço da outra opção.
                Nestes 3 pontos você pode fazer uma avaliação comparativa entre o que os clientes percebem do que você oferece e do que cada um dos principais concorrentes oferece. Destaque as vantagens que somente a sua empresa oferece, ou oferecerá. Se elas forem altamente relevantes para os clientes, você terá um produto com grande potencial de desenvolvimento de mercado, do contrário, você terá que disputar a preferência do consumidor, basicamente com preços menores do que os outros.
                As suas campanhas além de atrativas em termos de imagem, precisam evidenciar o que realmente vai mudar na vida dos clientes, se comprarem de você. É melhor ter um “não” do cliente por ele não querer o produto, do que ter um “não” por ele não ter entendido o que você está oferecendo. Antes de comprar ou aderir ao que você oferece, as pessoas vão querer saber o que vai mudar para melhor na vida delas, o que elas vão passar a sentir, ou o que terão, que não tem ainda, e se esta mudança é tão significativa que vale a pena pagar você por isso, valorizando o investimento ou a troca que vão fazer. 
                Uma das condições para inovar é ouvir muito os outros! Antigamente quem dirigia uma empresa não precisava, e na maioria das vezes não queria ouvir ninguém. Atualmente, na era da informação, você tem que ouvir as ideias, as percepções, as informações e as opiniões de empregados, subordinados, clientes, fornecedores, pois sabe que de lá poderão vir grandes estímulos para grandes negócios. Neste sentido a tarefa do líder, do gestor não é mais ser o único criador e promotor de inovações, passando a ser mais o articulador e incentivador da inovação no seu próprio negócio.

                As pessoas ao seu redor estão ansiosas por novidades, então, aproveite o momento, crie novos benefícios para a vida deles e bons negócios! Um abraço a todos e até a próxima!

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Com bons relacionamentos, bons negócios!

                Desde minha dissertação de mestrado, há mais de uma década, estudo com mais profundidade os efeitos dos relacionamentos nos negócios e conforme o tempo passa, fico mais convicto de que as empresas, os profissionais liberais, os profissionais de vendas, que investem nos relacionamentos tem sucesso e crescimento acima da média.
               Há 30 ou 40 anos, vender era apenas uma transação, onde o vendedor tentava de todas as maneiras convencer o cliente a comprar o que ele estava oferecendo, com práticas que se utilizadas atualmente, podem prejudicar mais do que ajudar, pois o cliente sensível aos exageros, não vai comprar, não volta na empresa e ainda fala para muita gente que não gostou da atitude.
                Atualmente, vender significa muito mais construir relacionamentos do que outras definições. As relações vem antes dos negócios e todos precisam entender que elas podem não gerar negócios a curto prazo, mas mesmo assim merecem atenção e investimento. Gerar relacionamentos é diferente de gerar vendas, pois nas relações é preciso muito mais escutar do que falar. Vemos facilmente que as novas vagas para líderes nas organizações modernas são ocupadas por aqueles que escutam mais do que falam, pois é fundamental para a boa liderança, ouvir.
                Para saber o que o cliente quer, é necessário ouvir e prestar atenção para saber o que faz mexer com as emoções da pessoa para quem se quer vender algo. É também fundamental entender que as empresas mais valorizadas atualmente são aquelas que sabem dar algo de valor para o cliente e preferencialmente, antes de querer que o cliente dê algo para sua empresa. É preciso concentrar mais energias no que o consumidor quer, pois todos sabemos que é ele quem manda, quem paga o salário e os benefícios de todos na organização. Por isso, quem aposta nas boas relações, conquista tanto seus empregados, seus colegas, quanto seus clientes.
                Para vencer, é fundamental ser uma pessoa do bem, pois mais cedo ou mais tarde, as más acabam por sucumbir. Os gestores que tratam melhor as pessoas, ganham mais dinheiro do que os que humilham, maltratam, ou ignoram... Quanto melhor uma marca trata seus consumidores, mais fãs, mais pretígio e mais valor ela ganha no mercado. No final, quem ganha são aqueles que tem um ideal e utilizam seus bons relacionamentos para alcançá-lo.
                Comprar e vender tem muito mais emoção do que razão envolvido do que pode imaginar o mais cético dos meus leitores. Por isso, os relacionamentos precisam ser incorporados na cultura, na filosofia da empresa e da vida das pessoas que trabalham nela, principalmente dos lideres. Tanto liderar, quanto vender não tem tanta lógica quanto se pensa, pois as emoções, as percepções, os desejos dos clientes definem as decisões de adesão e compra. É por isso que para vender é preciso transmitir felicidade, entusiasmo e energia, ou em poucas palavras, ajudar ao cliente, pois se ele acreditar que estamos querendo ajudá-lo, parte de nosso esforço já está recompensado.
                Atualmente, é muito mais importante garantir que o cliente volte ao estabelecimento, ou no caso da venda externa, garantir a possibilidade de ser bem recebido na próxima visita, do que garantir uma venda. Em outras palavras, ao invés de forçar a venda daquilo que o cliente não deseja, prefira garantir um bom relacionamento. Uma venda forçada pode fazer com que o cliente evite seu estabelecimento, ou evite recebê-lo nas próximas vezes. Todavia, vendo oportunidade para estreitar o relacionamento, aproveite, pois no futuro isso fará muito mais diferença com outras vendas que poderão ocorrer, tendo o cliente desejando o que você está oferecendo e recomendando sua empresa e seus produtos para outras pessoas das suas relações.
                Assim, desejando a todos ótimos relacionamentos, mais vendas e melhores negócios, um abraço a todos e até a próxima!
 

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Motivos de fracassos nos negócios

A venda é o que sustenta a estrutura das nossas organizações, os salários das equipes, a renda dos empreendedores, enfim, todo o negócio. Todavia é nas vendas que muitas empresas tem dificuldades e parte destas tem na verdade, pessoas pouco orientadas para o sucesso em vendas. Paulo Ferreira publica mensalmente na Revista Venda Mais e na edição de junho, elencou os motivos pelos quais as pessoas fracassam em vendas. Compartilho a seguir alguns destes pontos, acrescentando considerações particulares.
- Há quem entre na profissão de vendas entendendo que é fácil. Também há gestores que pensam que é uma das funções mais fáceis da empresa e seleciona com menos critérios, justamente aqueles que vão representar o nome da sua empresa e seus produtos, junto aos seus clientes e prospects. Parece loucura, mas há muitos casos assim!
- Há gente com poucas condições de enfrentar desafios, em parte, vindo da pouca maturidade, independente da idade. Muitos dos problemas que são normais no dia-a-dia de vendas, parece tornar-se o centro da desmotivação dos que fracassam em vendas. Ao invés de aprimorar suas competências para enfrentar os desafios normais da atividade, estas pessoas buscam culpados e desculpas.
- Precisa organização mínima para se trabalhar com vendas e muita gente não desenvolveu esta capacidade ainda, ou não consegue dar a importância necessária, pois não há cobrança suficiente. Esquecem de carregar consigo materiais imprescindíveis como cartões de visita, pastas com propostas, folders atualizados, esquecem de registrar suas visitas nos sistemas da empresa, e por não terem alimentado devidamente o sistema, esquecem e não possuem uma forma de lembrar, do nome das pessoas com quem deve contatar ou de quem contataram nas últimas vezes. Também esquecem de parte dos retornos que ficaram de dar e ainda atrapalham os controles da empresa, por não fazerem os registros necessários.
- Focam apenas no resultado, esquecendo que atualmente é mais importante desenvolver relacionamentos, para que estes possam sustentar posteriormente as vendas. O foco no resultado também dificulta a argumentação para superar as objeções e questionamentos.
- Sofrem frente as rejeições, pois qualquer questionamento os deixa inseguros e por vezes desistem do propósito de quem trabalha em vendas. Criar relacionamentos, desejos e necessidades, além de promover os produtos devem ser os maiores objetivos de quem trabalha em vendas, pois as vendas vem somente como consequência deste trabalho.
- A recusa, as objeções, os questionamentos desencorajam os profissionais mal preparados, pois um bom profissional vê nestas situações formas de alavancar as motivações do cliente e a sua argumentação. Para promover as vendas também é preciso mudar a percepção inicial que algumas pessoas tem sobre o produto, vindas de pouca ou má informação. Quem não vê estes pontos como parte da sua função, deveria ser apenas um atendente, ou contato, não um profissional de vendas.
- A característica que mais leva ao fracasso em vendas é a influência negativa, que ocorre quando alguém além de não conseguir vencer seus próprios desafios, tem falas, convicções e atitudes sobre preços, cenários econômicos, perspectivas e comportamento do consumidor, que influenciam negativamente outras pessoas da equipe. Sempre digo que estas pessoas sugam a energia dos seus colegas, além de construir uma imagem pessoal ruim sobre si mesmas.
- Quem é profissional experiente e reconhecido em vendas sabe o quanto é fundamental ter sinergia entre a equipe e com o gestor. Por isso, aqueles que reclamam da empresa, do produto e do gestor a todo o momento, fragilizam a sinergia reduzindo os resultados do grupo.
- O caminho mais rápido para o fracasso é negar que o problema está com você. Se outros estão fazendo, alcançando os resultados e você não, é provável que o problema esteja com você. Os que fracassam frequentemente, tendem a não assumir a responsabilidade pelos seus resultados. Quando se assume a responsabilidade, é mais fácil superar os desafios pessoais por saber exatamente no que é preciso se aprimorar.

                Assim, esperando que possamos todos nos preparar melhor, desejo de ótimos negócios a todos e até a próxima!

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Entusiasmo propicia melhores negócios

Ao circular por várias organizações e em entidades da classe empresarial, é possível fazer um paralelo entre gestores e equipes pessimistas e suas organizações em decadência de um lado e gestores e equipes entusiasmados e organizações prósperas, de outro. Naquelas organizações em que esta percepção é mais aparente, tanto o negativismo, quanto o entusiasmo estão enraizados e acabaram por fazer parte da cultura destes negócios.
                Ninguém gosta de fazer negócios com pessoas mal-humoradas, “azedas”, “amargas” ou de “caras feias”. Um bom negócio é um processo mental onde a única coisa que o separa do sucesso é sua atitude mental. Henry Ford dizia que “se você pensa que pode, ou pensa que não pode, de qualquer maneira você está certo.” Você pode oferecer um ótimo produto ou serviço, mas se estiver desmotivado, não venderá, pois a maior causa do fracasso em vendas não é o preço, mas a falta de entusiasmo.
                É preciso afastar-se e afastar a sua equipe de pessoas negativas, fofoqueiras e pessimistas, pois elas são altamente contagiosas, como eu costumo definir. Aproxime-se e sua equipe, de pessoas positivas, de gente do bem e dos bem sucedidos, com as quais vocês podem aprender coisas boas e se inspirar. O escritor e palestrante César Frazão, sugere que sempre que surjam algumas frases e entendimentos que criam imagens negativas (pequenas), possamos trocá-las em nosso vocabulário e de nossa equipe, por outras que criam imagens positivas (grandes), como por exemplo:
- Trocar “O mercado está saturado” por “Com certeza, têm empresas novas que não nos conhecem ainda!”
- Trocar “Sou muito jovem (ou velho) para isso.” por “Ser jovem é bom, tem tempo. Ser mais velho é bom, tem experiência.”
- Trocar “As vendas estão muito baixas.” por “Vamos pensar em ideias novas para aumentar as vendas!”
                Para uma mudança de postura desta natureza, é preciso uma liderança forte, pois é impossível ter uma equipe de vendas forte, com liderança fraca, assim como é impossível ter uma equipe entusiasmada com um gestor negativista. Não existe mágica em vendas, ou em qualquer negócio! Tudo é uma relação de causa e efeito! Frazão, já citado, sugere 3 fatores fundamentais para vencer nos negócios:
1- Querer: ninguém pode querer por você, ou você quer de verdade, ou estará fora do jogo;
2-Autoconfiança: não importando se a origem é humilde ou se as condições são desfavoráveis, você precisa saber que é capaz.
3- Fé: ter e acreditar que dará certo, mesmo quando ninguém acredita.
Nesta linha, outro dia visitei uma empresa em havia um cartaz na porta de entrada da área de vendas com os seguintes dizeres: “Aqui é proibida a entrada de crise e pessoas negativas. É lugar de gente feliz, positiva, que quer trabalhar, ganhar dinheiro e crescer na vida com bons negócios.” É a forma que aquela equipe encontrou para lembrar que é o entusiasmo que vende e que o pessimismo contamina os resultados. Um cliente que não sente entusiasmo no próprio vendedor, vai ter reduzida a motivação inicial para a compra e se tiver mais alguma objeção, o negócio já estará comprometido.              
Costuma-se dizer que o fato comprova, mas é o entusiasmo que convence! Então, avalie o seu entusiasmo e o da sua equipe! Depois sigam a diante liberando a energia positiva para fazer tudo com mais vontade e vocês verão os resultados prosperarem.

                Um abraço, com o desejo de ótimos negócios a todos e até a próxima!

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Pare de boicotar a si mesmo

                Semanas atrás escrevi sobre os líderes que sabotam o seu próprio negócio e muitas pessoas comentaram sobre o texto. A partir daqueles comentários e a leitura de extratos do blog Marc and Angel Hack Life, considerei pertinente compartilhar alguns pontos em que nós mesmos boicotamos uma condição melhor para viver. O objetivo sempre é evitar culpar os outros, ou o clima, o lugar, o governo, a cultura, sobre as decisões que tomamos hoje ou no passado, pois foram estas decisões e atitudes que nos trouxeram as situações ou resultados que não nos agradam.
            
    Pare de focar naquilo que você não quer que aconteça! Foque seus pensamentos naquilo que você quer que aconteça. Veja o caso da seleção brasileira de futebol, onde o técnico há 6 meses vinha falando que seria muito difícil jogar contra o Chile. No jogo pelas  oitavas de final da competição o time jogou muito mal e a partida foi muito difícil, onde a sequência na competição se manteve apenas pelo acaso de uma bola na trave.
                Pare de fugir dos seus problemas! Enfrente os problemas importantes de forma rápida e objetiva. Realmente pode não ser fácil, mas é isso o que efetivamente nos faz progredir emocionalmente para que possamos obter melhores resultados de forma prática em nossa vida.
                Pare de negligenciar a beleza dos pequenos momentos! Aproveite as pequenas coisas, pois um dia você pode olhar para trás e descobrir que elas eram as grandes coisas da sua vida. Comemorar nossas pequenas conquistas ajuda nosso inconciente a nos tornar mais vencedores. Muitas vezes foi necessário um grande esforço para aqueles resultados que parecem pequenos, mas para que tenhamos mais energia para alcançar resultados maiores, é importante valorizarmos o que foi conseguido. Quem não consegue valorizar o que tem, terá mais dificuldades para conquistar mais e ainda arrisca a felicidade, valorizando o que ainda não possui.
                Pare de perder tempo se explicando aos outros! Observe que para quem gosta de você, as explicações não são tão importantes, já quem não gosta, não dará importância ou nem vai acreditar em várias coisas do que você disser.
                Pare de se repreender por velhos tropeços e pare de se apegar ao passado!! Prefira pensar que tudo o que acontece na sua vida está te preparando para os momentos que ainda virão. Quando a gente não consegue compreender que a vida nos prepara para os momentos seguintes, gastamos energia e tempo preciosos. Você não pode iniciar o próximo capítulo da sua vida, se você continua relendo o anterior.
                Pare de guardar rancor! Procure evitar viver com ódio no coração. Este desgaste emocional, gastando o tempo pensando nas mágoas e eventualmente em como vingar-se, prejudica principalmente você e seus mais queridos, mas geralmente não atinge ninguém que te magoou. Perdoar é a resposta e por isso, desapegue, encontre paz e liberte-se!                
                Pare de tentar comparar a felicidade! As coisas que realmente nos satisfazem são totalmente grátis: dar e receber amor, rir e provocar risadas, trabalhar naquilo que nos apaixona, dentre outras. Muita gente se sente infeliz por não ter ou não fazer determinadas coisas, no entanto, muitas pesquisas vem apontando que as pessoas que se dizem mais felizes são aquelas que valorizam o que tem e buscam satisfação em momentos que um volume maior de dinheiro não faz grande diferença para obter.

                Tire um tempo da sua vida para pensar nestes pontos que boicotam o que você realmente busca da vida! Procure disciplinar-se para mudar cada um deles no seu dia-a-dia e veja que as coisas vão melhorar gradativamente. Na expectativa de que o texto te ajude a ser melhor, deixo um abraço a todos e até a próxima!

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Vencer ou perder depende das suas atitudes

                Nestes dias de Copa do Mundo da FIFA, em que fala-se muito em competição, em ganhar e perder, podemos também fazer uma analogia sobre a nossa vida, sobre os nossos desafios particulares. Há muitas evidências de que vencemos quando nos superamos e que quando perdemos é para nós mesmos! Nesta reflexão, compartilho algumas ideias a partir do texto de Fábio Augusto, publicado na Administradores.com sobre as diferenças entre vencedores e perdedores.
                Para vencermos mais, devemos nos aproximar mais de gente vencedora, espelhar algumas de nossas ações nas ações dos vencedores, pensar e nos comportar em vários pontos conforme os vencedores que admiramos. É vencedor quem cumpre uma missão, cumpre suas metas e seus propósitos, não mudando de lado apenas por conveniências, tendo fé até o final e tendo raízes profundas.
                É fundamental aprender com os próprios erros, afastar-se dos perdedores que pintam para você um ambiente de caos, pessimismo e decadência. Os perdedores tendem a fazer com que as pessoas ao seu redor cedam ao “coitadismo”. Os valores dos perdedores precisam ser rejeitados por você, para não te esmorecerem, te tirarem da sua missão. Geralmente os perdedores sugam a energia de quem está perto deles. Um perdedor não tem um ideal pelo qual lutar, deixando a vida levar ele e tudo a sua volta.
                Uma forma típica de identificar um perdedor, é verificar aqueles que se colocam sempre como vítima das situações, ao invés de responsável pelos fatos de sua história que levaram as situações atuais da sua vida. Eles tem sempre uma desculpa na ponta da língua para não cumprir seus compromissos e costumam desistir no calor das primeiras dificuldades.
                Enquanto os vencedores puxam a responsabilidade para si, os perdedores acreditam que dependem de terceiros e têm aquelas frases preferidas como: "Não é bem assim. Na teoria, é muito fácil falar, mas, na prática..."
                Os vencedores são as melhores companhias da superação, enquanto os perdedores param e ainda encontram culpados. Os campeões sentem-se estimulados pelos abutres que tentam lhes desmotivar, enquanto os perdedores sentem-se consolados pelos abutres, porque encontram argumentos compreensivos para desistirem. Os vencedores colocam foco nos objetivos e nos resultados que obterão, enquanto os perdedores têm seu foco no processo, nas dificuldades enfrentadas e naquilo em que eles não sentem prazer durante sua jornada. A frase muito utilizada pelos perdedores para desistir é: "Eu preciso fazer algo que eu amo.”, mas não conseguem aprender a amar o que eles tem.
                As pessoas vencedoras amam as vitórias, as conquistas, o alcance de seus objetivos, convivendo bem com os momentos em que a jornada não é tão prazerosa quanto eles gostariam. Vemos campeões em missões humanitárias, na área científica, no teatro, nos esportes, em assistência social e em todas os setores da sociedade. Campeões sempre são recompensados pelos seus esforços, mas não necessariamente com dinheiro, pois isso depende da missão escolhida por cada um. Eles sabem do seu valor e não se desencorajam quando alguém vê o que fazem com desprezo, ou dão menos importância por não terem um sobrenome de prestígio. Por outro lado, segue sendo vencedor aquele que não se ilude depois que o sucesso vem a público, quando as bajulações vem em grande volume. Vencedor mesmo é que quem sabe exatamente quem ele é e o que sempre foi.

                Se de alguma maneira o texto contribuir para você vencer mais, já conto com mais uma vitória! Um abraço a todos e até a próxima!
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