quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Liderando nos tempos atuais
Fazendo coro com outros pensadores
e pesquisadores da área, entendo que a responsabilidade por formar outros líderes,
é dos líderes atuais. Peter Druker chega afirmar que a principal função de um
líder é formar outros líderes e justifica a afirmação pela necessidade de
sucessão e continuidade dos projetos estratégicos, em geral de longo prazo.
Liderança se aprende tanto em casa,
quanto na escola, e ao longo da vida pessoal e profissional, assim como no
convívio com bons exemplos e em cursos específicos, mas principalmente
praticando liderança em muitos momentos que a vida proporciona. Para liderar
nos dias atuais é preciso ser carismático, valorizar as pessoas, criar formas
de estimular a motivação dos colegas, desejar o bem dos pares, saber ouvir e
dar retornos sobre as ações de quem está ao seu lado. A lista pode ser maior,
claro, mas um bom profissional, que pode e deve liderar, deve ter esta base na
sua personalidade.
Os líderes são pontos-chaves de
uma organização, cujo sucesso é altamente dependente das suas atitudes, pois uma
organização nunca é e nem será maior do que a capacidade de fazer acontecer,
dos seus líderes. Da mesma forma vale dizer que a liderança mal desempenhada é
a maior razão de episódios de estagnação, desmotivação, declínio, perda de
atratividade para quem trabalha e para seus públicos de interesse. Nos dias de
hoje, um líder precisa ter capacidade para unir as pessoas, comungar objetivos,
amar e respeitar o próximo.
Bons
gestores e bons líderes são atualmente os ativos mais valiosos que uma
organização pode ter. Sabendo que a manutenção de talentos é cada dia que passa
um desafio maior para as organizações que desejam desenvolver-se e atrair seus
públicos de interesse, precisam lembrar sempre que as palavras movimentam, mas
os exemplos arrastam.
Os
líderes precisam saber e também mostrar aos seus seguidores de que o futuro não
é o lugar para onde estamos indo, e sim, o lugar onde estamos construindo.
Portanto, refletir como cada um de nós está preparando seus sucessores e
também, como está construindo o seu futuro, é uma tarefa diária.
Uma
das principais dificuldades que algumas pessoas têm ao exercer a liderança, é
entender que ela é construída pelo exercício das competências e não pela posse
ou pelo cargo. Outras dificuldades comuns têm aquelas pessoas que não conseguem
entender que o seres humanos são complexos e que possuem grandes diferentes
entre si, principalmente quanto aos interesses e motivações individuais. Quem
busca tratar a todos de forma igual, está na verdade, discriminando, excluindo
muitos e privilegiando outros. É preciso ficar claro também, que líderes são pessoas
comuns, que possuem habilidades comuns e constroem algumas competências também
comuns ao longo da vida, mas no seu conjunto, formam uma pessoa incomum, capaz de gerar nos seus
seguidores, influências positivas, estimulando a motivação individual, para buscar
objetivos coletivos e da organização. Para isso, é preciso se colocar a serviço,
para desenvolver
habilidades extraordinárias em pessoas comuns, que conseguirão alcançar
objetivos incomuns ao seu grupo e a sua organização.
Desejando
que você possa liderar melhor, um abraço e até a próxima semana!
domingo, 20 de outubro de 2013
O relacionamento interpessoal e a carreira
Compartilho a frase que Byron deixou para
refletirmos muito sobre a nossa vida: “Os espinhos que me feriram foram
produzidos pelo arbusto que plantei.”
Já
escrevi aqui e não me canso de lembrar aos amigos, que tão importante quanto as
competências técnicas, são as competências interpessoais, para desenvolver a
carreira profissional e a imagem pessoal, ou seja, o relacionamento
interpessoal ajuda a fortalecer a sua marca pessoal.
A
psicóloga Gisele Meter, que também é empresária, palestrante e consultora de
RH, tem auxiliado muitos profissionais a entenderem melhor o efeito dos
relacionamentos em suas carreiras, lembrando que respeitar as diferenças é a
base dos relacionamentos. Compartilho hoje, um texto baseado no pensamento
desta profissional.
Uma pessoa que implica com o modo que as outras
pessoas se vestem ou se comportam e até mesmo desdenha da religião ou
preferência sexual de seus colegas de trabalho, tirando assim conclusões
precipitadas, deve ter muito cuidado, pois seu emprego e até mesmo sua carreira
podem estar em risco. Além disso, este profissional pode estar comprometendo
para um bom tempo a sua reputação, considerando os próximos locais de trabalho
onde gostaria ou até precisaria ir.
A consultora destaca que num mercado de
trabalho competitivo, ter uma boa formação técnica e grande experiência não são
isoladamente requisitos que poderão gerar oportunidades e consolidar uma
carreira de sucesso: é preciso ir além. Ela explica que desenvolver o
relacionamento interpessoal é uma habilidade “chave” para uma carreira
promissora.
O que a maioria sabe, mas nem sempre consegue
praticar, é que é preciso aprender continuamente a conviver com pessoas de hábitos,
preferências, culturas e necessidades diferentes das nossas. Para Gisele, isso é
essencial para crescer profissionalmente.
Bons relacionamentos profissionais não têm preconceitos
e devem ser baseados na educação, respeito, cordialidade e gentileza. “É de
grande importância respeitar opiniões diferentes das suas e isto não significa
que você precise concordar com elas ou que não deva, educadamente, emitir a sua
opinião”, comenta a Consultora.
Gisele Meter orienta a entender os motivos do
outro e a importância de se colocar no lugar dele antes de se posicionar e isto
sempre deverá ser feito sempre de maneira educada e cordial. “Forçar uma
situação, tentando mudar o ponto de vista de outra pessoa de maneira agressiva,
pode gerar descontentamento, frustração e conflitos interpessoais”, aponta.
A consultora acredita que quando nos
colocamos no lugar de outras pessoas, temos a oportunidade de mudar a
perspectiva de nossos pensamentos, ideias e até mesmo das ações. “Quando
sabemos ouvir, conseguimos até mesmo identificar necessidades não ditas
verbalmente, mas que ficam implícitas no discurso. Desta forma, nossas ações
acabam sendo mais eficazes e superam as expectativas das pessoas.”
O relacionamento interpessoal tem sido apontado como um dos principais
responsáveis pelos avanços da maioria dos executivos em carreiras. Desta forma,
investir nas suas competências interpessoais tem grande valor e ótimo retorno,
tanto quanto investir nas competências técnicas. Melhorar o humor, a acolhida
aos colegas, trocar gentilezas, elogiar, reconhecer as qualidades dos outros,
são algumas das ações básicas que qualquer profissional pode fazer. Para as
demais, se for preciso, uma ajuda externa, de profissionais especializados,
pode contribuir significativamente.
Um abraço,
ótimas relações pessoais e profissionais e até a próxima semana! jam
direcionadas para o alvo.jam direcionadas para o alvo.
As principais causas da falta de foco são:
- falta de clareza de objetivos,
- excesso de objetivos e dificuldades de estabelecer prioridade,
- distrações provenientes de outros interesses e compromissos.
Quando conhecermos nosso alvo e nos concentrarmos em atingi-lo, adquirimos um extraordinário poder de realização.jam direcionadas para o alvo.
As principais causas da falta de foco são:
- falta de clareza de objetivos,
- excesso de objetivos e dificuldades de estabelecer prioridade,
- distrações provenientes de outros interesses e compromissos.
Quando conhecermos nosso alvo e nos concentrarmos em atingi-lo, adquirimos um extraordinário poder de realização. Saber priorizar nossos esforços é fundamental para obter sucesso. Mas não se esqueça de olhar ao redor para perceber o todo. Esteja sempre atento a tudo, sempre alerta aos acontecimentos que podem ajudá-lo a atingir o alvo. O foco é estabelecido para evidenciar e priorizar, nunca para diminuir nossa capacidade de visão.
As principais causas da falta de foco são:
- falta de clareza de objetivos,
- excesso de objetivos e dificuldades de estabelecer prioridade,
- distrações provenientes de outros interesses e compromissos.
Quando conhecermos nosso alvo e nos concentrarmos em atingi-lo, adquirimos um extraordinário poder de realização.jam direcionadas para o alvo.
As principais causas da falta de foco são:
- falta de clareza de objetivos,
- excesso de objetivos e dificuldades de estabelecer prioridade,
- distrações provenientes de outros interesses e compromissos.
Quando conhecermos nosso alvo e nos concentrarmos em atingi-lo, adquirimos um extraordinário poder de realização. Saber priorizar nossos esforços é fundamental para obter sucesso. Mas não se esqueça de olhar ao redor para perceber o todo. Esteja sempre atento a tudo, sempre alerta aos acontecimentos que podem ajudá-lo a atingir o alvo. O foco é estabelecido para evidenciar e priorizar, nunca para diminuir nossa capacidade de visão.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Os desafios do varejo
Só quem atua no varejo sabe o quanto é desafiadora esta atividade empresarial. A percepção aumenta ainda mais porque muita gente inicia suas atividades imaginando que é fácil locar um ponto, prepará-lo e colocar mercadorias à disposição das pessoas. Dentre os muitos desafios está a atenção no comportamento do consumidor.
Na nova classe
média por exemplo, tanto o homem quanto a mulher trabalham, sendo ela, ao mesmo
tempo mãe e profissional, vê seu smartphone como uma ferramenta para economizar
tempo e dinheiro, tudo com estilo e elegância. As empresas que não prestarem
atenção nestas peculiaridades serão ultrapassadas por outras mais atentas, na
opinião de Paco Underhill, especialista em comportamento do consumidor e autor
do best-seller “Vamos às Compras” traduzido em 27 idiomas, obra que recomendo.
Todos sabemos o quanto a tecnologia vem contribuindo para o
desenvolvimento do varejo nos últimos anos, mas estimular a experiência do
consumidor tem se mostrado uma das ações mais eficientes na decisão de compra. É
preciso lembrar que cada ambiente é único, permitindo experiências únicas e por
isso, todos os elementos deste ambiente devem ser analisados, podendo ser utilizados
para garantir a melhor interação entre os produtos oferecidos e os clientes.
“Quem compra no centro de Salvador, na Bahia, encontra músicos percussionistas
e isso faz parte da experiência do consumidor, mesmo com o calor forte e as
ruas um pouco sujas. É algo mais humano”, comenta Paco Underhill, antropólogo
norte-americano, em entrevista a blog Mundo do Marketing.
Underhill diz na entrevista que as cidades
brasileiras não estão abrindo novos shoppings para servir a novas marcas, mas
para roubar as marcas de outros. É muita concorrência e o país também
enfrenta um sério problema de transporte público, dificultando a ida a estes
estabelecimentos. Assim, para o pesquisador, o futuro de qualquer centro comercial,
grande ou pequeno depende de uma melhor mobilidade urbana. Outro desafio citado
pelo autor é “as Classes A e B estão fazendo suas compras fora do Brasil. Se
quero uma bolsa da Gucci, ela acaba sendo mais barata em Miami, nos Estados
Unidos, do que em São Paulo. Isso é um dos desafios para as lojas brasileiras.”
Para atender melhor o novo perfil do consumidor, é preciso reconhecer
que ele vê o seu smartphone como uma ferramenta e se importa com a maneira como
este afeta sua qualidade de vida. O novo consumidor precisa economizar tempo,
dinheiro e, ao mesmo tempo, busca fazer isso com estilo e elegância. Para Underhill,
a tecnologia faz parte da solução no longo prazo, mas, no marketing de varejo, ela
deve gerir melhor a cadeia de suprimentos. É a tecnologia que não vemos que
permite preços mais baixos e frutas e vegetais frescos chegando ao mercado
rapidamente.
O comportamento do consumidor mudou tanto nos últimos anos, que em
muitos casos se inverteram os tipos de produtos que cada gênero tinha maior
influência na decisão de compra. As mulheres estão decidindo desde carros a produtos
eletrônicos, o que algum tempo atrás eram deixados para os homens resolverem.
Enquanto isso, os homens estão decidindo e assumindo compras da linha
gastronômica e fazendo muitas compras de família. O comportamento das
diferentes gerações também modificaram bastante as relações do varejo e por
tudo isso e muito mais, o lojista independente do ramo de atividade não pode
mais seguir atendendo e compreendendo todos da mesma forma.
Para finalizar, é preciso destacar a importância de ter informações
atualizadas sobre os clientes e também sobre os não clientes para tomar
decisões que possam qualificar seus resultados. Todavia, tão importante quanto
obter os dados é saber como analisar, para que as respostas possam fundamentar
decisões seguras, em busca dos resultados esperados.
Um abraço e até a próxima semana!
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
É preciso ter foco
Nesta semana compartilho a
frase de Platão “A sabedoria consiste em ordenar bem a nossa própria alma.”
para que possamos colocar foco nos nossos objetivos para que eles possam ser
viabilizados e concretizados com maior agilidade.
Com o ritmo e o volume de atividade que nos impõe a vida
moderna, é muito comum tanto na vida, quanto no trabalho perdermos o foco. A
falta de foco é um dos principais motivos que impedem as pessoas de atingir seus
objetivos tanto de curto, quanto médio e longo prazo. Carlos Hilsdorf lembra
que “Se um navio errar um grau em sua rota, chegará ao continente errado, ao
fim da viagem, pois o foco é o que permite atingir o alvo, chegar ao destino
desejado.” Para isso, é preciso conhecer bem o alvo e nos concentrar-se firmemente
nele. Dar foco em alguns objetivos de cada vez é concentrar e direcionar toda a
energia para o alvo.
Os pensadores como Hilsdorf e outros tem apontado como
causas da falta de foco na vida pessoal e profissional das pessoas os seguintes
pontos:
- falta de objetivos e quando existem, estão pouco claros;
- grande número de objetivos, que se confundem com sonhos, desejos,
necessidades;
- dificuldades em estabelecer prioridades;
distrações provenientes de
outros interesses e compromissos.
- volume cada vez maior de distrações provenientes de outros interesses e compromissos.
- volume cada vez maior de distrações provenientes de outros interesses e compromissos.
Ao clarear o alvo e concentrar-se em atingílo, a ação
consciente e inconsciente de cada um de nós, além do universo ao nosso redor,
adquire um extraordinário poder de realização e assim concretizamos nossos
objetivos de forma mais ágil. A capacidade de priorizar esforços é fundamental
na busca do sucesso de nossas ações e por isso, é também fundamental não
esquecer de acompanharmos atentamente o nosso redor, para termos uma boa
percepção sobre o conjunto do ambiente em que estamos inseridos.
É cada vez mais importante estar atento a um conjunto
cada vez maior de acontecimentos ao nosso redor e sempre alerta aos
acontecimentos que podem auxiliar a atingir o alvo e também a aqueles que podem
ameaçar nossos objetivos. Conforme lembra Hilsdorf, o foco é estabelecido para
evidenciar e priorizar nossas ações, nunca para diminuir nossa capacidade de
visão, ou nossa capacidade de desenvolver, empreender e inovar. Portanto, foco
é uma questão de sobrevivência, onde escolhemos algumas ações de cada vez, para
garantir a efetividade e executar com o passar do tempo, um número maior de
ações, do que se tentassemos implementar vários projetos de forma concomitante.
Conheço pessoas e empresas que estão com os mesmos projetos e objetivos há
tanto tempo, tentando tocar todos ao mesmo tempo, que já gerou desgastes
internos e cada vez mais dificuldades para a sua implementação.
Espero que nas próximas semanas, os amigos consigam
elencar prioridades, dar foco nos seus objetivos e assim efetivar cada vez mais
objetivos importantes para suas vidas.
Um abraço e até a próxima semana!
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
A qualidade do profissional de vendas
Hoje compartilho um provérbio
alemão, que vez por outra lembro, ou alguém me faz lembra: “Que sentido tem
corrermos quando estamos no caminho errado?”
Está se aproximando o dia do
profissional de vendas, comemorado no dia 2 de outubro e ao preparar uma
atividades para homenagear a classe, convidei meus alunos de Administração de
Vendas da Unijuí, para pesquisarmos e analisarmos as características que definem
a qualidade do profissional de vendas, considerando diferentes artigos a
respeito do assunto, dentre eles um escrito por Paulo Ferreira, do Instituto
Supra. Tenho certeza que os amigos leitores que atuam com vendas, vendendo ou
gerindo uma equipe, preocupam-se constantemente com a qualidade do profissional
de vendas e por isso sintetizo aqui alguns dos pontos mais relevantes no meu
entender.
- Facilidade de entender os outros e expressar seus
pensamentos para se fazer entender;
- Desejo de auxiliar e orientar as pessoas que
atende quando visita e quando o procuram;
- Apresentação pessoal, coerência e postura
profissional;
- Vocabulário variado, expressivo e positivo;
- Apresentação de vendas sucinta, demonstrando
domínio sobre os temas que aborda;
- Capacidade para interpretar corretamente o que
está sendo dito e o que não está sendo dito, mas que está presente na
negociação;
- Habilidade para analisar um diálogo de vendas,
identificando os aspectos contidos na discussão, que são mais relevantes e que
devem ser considerados na argumentação e apresentação das propostas;
- Envolver-se significativamente com a qualidade do
serviço que presta, independente da renda que conseguir por este serviço;
- Ter diferenciais que sejam percebidos pelo ponto
de vista do cliente, não pelas vantagens financeiras que ele cliente oferece,
mas pelo profissionalismo na condução do processo de venda;
- Manter-se atualizado e interessar-se realmente em
resolver os problemas do cliente, ajudando-o em dificuldades com dúvidas,
entrega, faturamento, atrasos, entregas parciais, dentre outros;
- Assumir incondicionalmente para si a
responsabilidade pela satisfação dos clientes que atende independente de
representar a empresa como funcionário ou representante comercial;
- Honrar compromissos que assume no momento da
venda, principalmente aqueles que dependem de sua integridade, honra e moral;
- Lealdade com a empresa, seus superiores e com outros
departamentos dos colegas;
- Honestidade em relação a falta de conhecimento
sobre determinados produtos ou procedimentos. Isto não quer dizer que precise
falar que não sabe, basta dizer que precisa consultar outra fonte para passar
corretamente uma informação;
- Honrar seu compromisso profissional ao assumir a
responsabilidade aceitando as condições de remuneração para executar um
determinado trabalho na sua totalidade;
- Representar a empresa e a marca, independente de
estar em contato com um cliente ou não, se vai comprar ou não, se o
interlocutor é educado ou não. Seja incondicionalmente educado, cortês e
atencioso. É fundamental todos lembrarmos que estamos atuando em nome de uma
empresa e de uma marca;
- Resolver problemas decorrentes de suas vendas em
seus clientes e ter maturidade suficiente para entender que existe uma pessoa
que confiou em você e por isto comprou e isto deve ser suficiente para você
honrar a confiança que foi depositada em você.
Com
estas dicas, espero que você e sua equipe possam reavaliar o papel de cada
profissional no contato com os clientes.
Um abraço a todos e até a
próxima semana!
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Conselhos de um líder admirável.
Nesta semana chamo a atenção
para a lembrança de James Hunter, renomado consultor de liderança “Não devemos
nos orgulhar de ser melhores do que os outros, e sim melhores do que já
fomos."
Desde os tempos de faculdade,
o entendimento do lendário Akio Morita, co-fundador da Sony me chama a atenção
em diversos aspectos, dentre eles, a visão de longo prazo da empresa.
Compartilho hoje alguns conselhos deste grande líder empresarial, citadas em várias
fontes, dentre as quais o site “Estratégia empresarial”.
2.
Inicie pequeno
– Uma das marcas mais valiosas do mundo iniciou com investimento de 350
dólares, tendo por sede um prédio praticamente destruído pela 2ª guerra
mundial. A recomendação de Morita sempre foi: “não se detenha pela falta de
dinheiro ou aos presságios nefastos ao negócio: encontre sempre uma saída.”
3.
Um bom
nome é fundamental – A empresa de Akio Morita chamava-se Tokyo Tsushin Kogyo Kabushiki Kaisha e
ele pretendia inserir seus produtos no mercado mundial, iniciando pelos Estados
Unidos, maior consumidor de eletrônicos da época. Traduzindo para o inglês o
nome ficou Tokyo Telecomunications
Engineering Corporation, o que ele considerou demasiado longo e focado no
oriente para conquistar clientes no acidente. Após pesquisas e avaliações,
criou a famosa marca com uma combinação de sonus (som, em latim) pois os
primeiros equipamentos eram rádios e gravadores e sony, um apelido usual nos
EUA). Mais sonoro, mais claro, mais curto e muito popular. Uma marca memorável,
em diversas ocasiões, faz toda diferença e a Sony é mais uma prova disso.
4.
Dê valor
ao seu instinto – Akio Morita recomendava “Observe atentamente o modo como
as pessoas vivem, obtenha um senso intuitivo do que elas podem e querem ter”.
5.
Tenha
coragem de arriscar e cometer erros... só não cometa o mesmo erro duas
vezes. Morita dizia que “quanto mais erros cometer, mais sábio será e, assim,
acumulará mais experiências para romper novas fronteiras.”
6.
Ofereça qualidade
– o líder da Sony sabia e lembrava a todos de uma regra importante:
publicidade, promoção, bons vendedores não sustentam um produto ruim ou
inadequado.
7.
Crie diferenças
- Apesar do fim da II Guerra Mundial ser recente, quando abriu a primeira
loja da Sony nos Estados Unidos, a entrada da loja foi decorada com uma
bandeira japonesa. O resultado? Comentários, expectativas, especulações e
muitos jornalistas comentando a ousadia em valorizar a marca de um recente
inimigo de guerra, embora novo aliado. Morita lembra que a “originalidade e os
riscos produzem publicidade gratuita”, mostrando suas competências em
estratégias de marketing.
8.
Crie seu
mercado – Sempre há segmentos onde não há concorrência forte e uma chave do
sucesso da Sony é criar uma necessidade e satisfazê-la. Morita lembrava que “a
curiosidade é a chave para a criatividade.”
Espero que os amigos possam se
inspirar na liderança de Akio Morita. Um abraço a todos!
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Uma boa empresa precisa de uma boa gestão!
Tenho repetido, assim como vários colegas de consultoria, que um bom
produto e um bom mercado não faz uma boa empresa, pois para haver uma boa
empresa, é preciso uma boa gestão! Num ambiente empresarial cada vez mais
competitivo é necessário estar sempre em busca do aperfeiçoamento dos métodos e
processos de gestão dos negócios.
Investir em
tecnologia é
a chave para o sucesso das decisões baseadas em informações precisas e
mais confiáveis. Não é mais concebível confiar apenas na memória, ou em papéis,
rascunhos, anotações, planilhas impressas e agendas, pois é pouco prático e
pouco eficiente para a boa gestão de uma empresa. Dispor de ferramentas que
auxiliam na gestão empresarial ficou muito mais acessível com as novas
tecnologias, que além de mais fáceis e mais baratas, geram e entregam
resultados muito mais satisfatórios. Você e seus colaboradores merecem ter essa
melhoria de qualidade de informações para tomar decisões, e seus negócios
merecem ter mais segurança e confiabilidade.
Avaliar
constantemente a economia e comportamento do mercado é
uma condição para ser empresário e gestor. Quais são os indicadores econômicos
e de mercado mais importantes e que precisam ser monitorados por sua empresa?
Quais são as tendências e cenários futuros? Quais são os caminhos que sua empresa
deve percorrer nestes cenários? Onde você quer que sua empresa chegue daqui a 5
anos? É preciso lembrar que seus negócios estão inseridos em uma realidade
econômica e de mercado que impactam e influenciam muitos fatores decisivos do seu
negócio. Se você não estiver atento a algum deles poderá deixar de aproveitar
oportunidades importantes ou pior, arriscando perder recursos importantes. Será
que você está trabalhando no rumo certo? É preciso ficar atento também a esses
fatores externos para que sua gestão possa ir sendo adequada a cada novo
movimento no ambiente externo, preferencialmente de forma antecipada,
considerando o posicionamento que sua empresa almeja, sobretudo em longo prazo.
É o que chamamos de inteligência de mercado.
Investir em treinamento e motivação da equipe é imprescindível para contar com o engajamento do maior número de
forças possíveis. Para isso é importante que a equipe esteja bem orientada e
capacitada, motivando-se para alcançar os objetivos da empresa e das metas
pessoais de cada integrante da equipe. Aproveito para citar Peter Druker, que
sempre lembrava que gerenciamento também é substituir força por cooperação.
Analisar e entender os resultados é a melhor maneira de saber se os seus
esforços e de cada pessoa da equipe, estão gerando resultados efetivos de curto
e médio prazo para seu negócio. Os dados a obtidos deve trazer informações
reais diante das quais se torna possível decidir com maior grau de acerto, tanto
em casos de correções de rumos, quanto de inovações, otimizações de processos
diversos.
É evidente que precisariam ser acrescentadas diversas outras dicas para
qualificar a gestão dos seus negócios, porém, qualificando estes pontos básicos
em destaque, é possível verificar melhoras importantes em negócios de qualquer
natureza!
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