quinta-feira, 17 de outubro de 2019
Liderança
Já refletimos muito por aqui sobre liderança e não há dúvida de que precisamos discutir o assunto seguidamente, pois sendo líderes ou liderados, precisamos aprender continuamente. Melhorar a atividade de liderança, desenvolve o grupo e gera melhores resultados.
As reuniões da equipe e a participação de todos é prioridade. A não ser que aconteça alguma super-emergência com algum cliente, todos devem participar da reunião, e chegar no horário. Tem líder e liderado que negligencia este ponto básico dos grupos e se este for o caso do seu grupo, é por aqui que as melhorias precisam iniciar. Também é importante provocar opiniões diferentes entre os membros do grupo e entre os funcionários.
Se você disser que vai fazer alguma coisa, faça. Todos esperam pelo que foi assumido publicamente. Caso surja algum imprevisto para entregar o prometido, quem se comprometeu a fazer a atividade, deve avisar a quem estiver esperando, com antecedência.
Na atividade de liderança, ser receptivo a novas idéias é fundamental. Uma das atitudes mais desmotivadoras e desmobilizadoras é responder a uma proposta inovadora contando velhas histórias sobre quem tentou fazer e não conseguiu. Dizer que não pode ser feito, é só para quando houver um estudo aprofundado.
Todo sucesso que tivermos é uma conquista da equipe e neste sentido, toda a falha é uma oportunidade para o grupo se corrigir, aprender algo novo e melhorar. Nem o líder, nem os liderados devem apontar culpados. Todas as discussões de idéias, angústias, inseguranças e incertezas dentre os membros do grupo devem permanecer dentro do grupo. Falar mal de um membro do grupo, ou relatar discussões de reuniões para fora do grupo denota falta de maturidade.
As equipes devem manter os princípios escritos, impresso e a vista, para ter sempre em mente e não esquecer o que deve guiar o seu comportamento. Quando necessário, os princípios devem ser usados durante as reuniões para relembrar algum membro do grupo sobre o que precisa ser levado em consideração antes de tomar alguma decisão. É preciso que todos permitam ser interrompidos quando suas atitudes e comportamentos não estiverem de acordo com os princípios, por qualquer membro do grupo.
Cada membro da equipe deveria investir 2 horas por semana do seu tempo para elaborar idéias, atividades, comportamentos que serão avaliados em reunião e que podem gerar novos negócios ou mesmo reformatar velhos negócios. É fundamental manter-se focado em metas tangíveis e comprometer-se publicamente com resultados mensuráveis.
Os membros da equipe precisam confiar uns nos outros 100% do tempo para que os princípios sejam vividos na prática. Confiança existe quando: um membro do grupo compartilha as informações que possam ter impacto sobre o trabalho de um outro membro do grupo; compartilha pontos de vistas, experiências, ou mesmo admite falhas e erros; avisa os colegas com antecedência quando não conseguir cumprir um prazo determinado, compromete-se a pensar sobre “para quem delegar essa atividade” para que a entrega seja feita no prazo. É preciso falar abertamente, com sinceridade e transparência, quando não concordar com alguma ideia que esteja sendo exposta, seja educado e ofereça uma visão alternativa. Nunca discorde de uma ideia sem ter a sua sugestão, dados consistentes que refutam a justificativa, ou proposta de solução alternativa.
Discuta regularmente entre os membros do grupo a performance da empresa e sua própria performance considerando metas, métricas e comportamentos e peça para que todos os membros do grupo apresentem suas metas, métricas e resultados.
E por último e muito importante, encare os problemas assim que surgirem. Falar a verdade é sempre o melhor e quando não souber qual é a verdade, investigue e questione. Assim, teremos uma relação de líderes e liderados mais honesta, mais duradoura e mais saudável.
Um abraço a todos e até a próxima!
sexta-feira, 4 de outubro de 2019
O óbvio precisa ser feito
“O óbvio precisa ser dito” é uma frase que ouvimos com certa frequência, e hoje reflito com os amigos leitores sobre o óbvio também precisa ser feito em muitos casos. Nós defensores da inovação, motivadores do empreendedorismo, da tecnologia, estamos sempre estimulando as novidades e a fazer o que nunca foi feito, para deixar velhos hábitos, vícios e até cometer erros novos. O que por vezes se esquece nesta tentativa de muita gente que quer colocar o Brasil no caminho da nova economia, é que o óbvio precisa continuar sendo feito.
A profissionalização da gestão e uma boa liderança seguem sendo prioridade para as organizações que precisam inovar para se manter na atividade. É óbvio, mas precisa ser feito, assim como observar as organizações ao nosso redor, para identificar, compartilhar e auxiliar na melhoria da gestão e competitividade.
Todas as pessoas da equipe precisam se preocupar com a satisfação do consumidor. É necessário estimular a equipe para que todos estejam comprometidos com a cultura de atenção ao cliente e para que isso seja disseminado a ponto de um colega auxiliar o outro no melhor atendimento as demandas dos prospects e dos clientes, como um esforço diário. Isso todos dizem que sabem, mas quando não se faz, na verdade, ainda não se sabe!
Caixa de sugestões, pesquisas de satisfação, Facebook, grupos de clientes no Whatsapp, Twitter, Instagram, Chats, Reclame Aqui, 0800, SAC, dentre outros, devem ser monitorados o tempo todo, para que a organização possa agir o mais rápido possível nos encaminhamentos. É preciso lembrar que atualmente o cliente escolhe o canal, a hora e o dia em que quer se comunicar com a empresa, e muitas vezes não é no horário de expediente. É importante estar presente em todos os canais, para cuidar bem do seu cliente e não ter surpresas desagradáveis. Veja que até um terceiro informar que circulam comentários a respeito de sua empresa ou seus produtos, muita gente já pode ter se envolvido. Mesmo ao receber elogios, é preciso agir agradecendo rapidamente e copiando a mensagem tanto para prestigiar o cliente, quando para utilizar em motivações internas ou em promoções externas. As queixas devem ser resolvidas de maneira rápida, eficiente e preferencialmente com alguma compensação, se o cliente ficou com a sensação de que teve algum prejuízo. É obvio, mas precisa ser lembrado e feito!
Você e sua equipe devem estar dispostos a escutar o que não gostam. Há muitos casos de pessoas que assumem cargos de gestão e ainda não estão bem preparadas para a função. É preciso que os líderes estejam atentos às informações passadas por seus subordinados, mas normalmente, as pessoas não gostam de relatar determinados problemas aos seus superiores. Executivos experientes dizem que para crescer numa organização é preciso ver como o cliente está sendo atendido pessoalmente e verificar quais problemas os subordinados não gostam de relatar.
Embora a grande maioria das centrais de atendimento sejam terceirizadas e com o avanço da inteligência artificial, uma boa parte já está robotizada, esta prática não é adequada no que tange ao estímulo para as equipes, pois nossas equipes precisam “se incomodar” com os processos internos ainda não resolvidos, quando o um cliente reclama da empresa. Se este serviço é terceirizado, os novos processos, as novas ideias podem ficar mais lentas e até se perder. Sempre que possível, o atendimento deve ser próprio.
Cuidar bem dos clientes atuais de modo que estes tragam mais clientes, é uma ação de visão estratégica de médio e longo prazo, assim como a sensibilidade do mundo ao redor, a valorização das novas ideias, o alinhamento das iniciativas atuais e futuras com os objetivos de longo prazo são ações óbvias, que precisam ser relembradas e principalmente, feitas!
Finalizo mantendo o otimismo com as inovações que precisamos realizar em nossas organizações e reforçando que é preciso lembrar e principalmente fazer o que é óbvio, que muitos dizem que sabem, mas nem sempre fazem.
Um abraço a todos e até a próxima!
A profissionalização da gestão e uma boa liderança seguem sendo prioridade para as organizações que precisam inovar para se manter na atividade. É óbvio, mas precisa ser feito, assim como observar as organizações ao nosso redor, para identificar, compartilhar e auxiliar na melhoria da gestão e competitividade.
Todas as pessoas da equipe precisam se preocupar com a satisfação do consumidor. É necessário estimular a equipe para que todos estejam comprometidos com a cultura de atenção ao cliente e para que isso seja disseminado a ponto de um colega auxiliar o outro no melhor atendimento as demandas dos prospects e dos clientes, como um esforço diário. Isso todos dizem que sabem, mas quando não se faz, na verdade, ainda não se sabe!
Caixa de sugestões, pesquisas de satisfação, Facebook, grupos de clientes no Whatsapp, Twitter, Instagram, Chats, Reclame Aqui, 0800, SAC, dentre outros, devem ser monitorados o tempo todo, para que a organização possa agir o mais rápido possível nos encaminhamentos. É preciso lembrar que atualmente o cliente escolhe o canal, a hora e o dia em que quer se comunicar com a empresa, e muitas vezes não é no horário de expediente. É importante estar presente em todos os canais, para cuidar bem do seu cliente e não ter surpresas desagradáveis. Veja que até um terceiro informar que circulam comentários a respeito de sua empresa ou seus produtos, muita gente já pode ter se envolvido. Mesmo ao receber elogios, é preciso agir agradecendo rapidamente e copiando a mensagem tanto para prestigiar o cliente, quando para utilizar em motivações internas ou em promoções externas. As queixas devem ser resolvidas de maneira rápida, eficiente e preferencialmente com alguma compensação, se o cliente ficou com a sensação de que teve algum prejuízo. É obvio, mas precisa ser lembrado e feito!
Você e sua equipe devem estar dispostos a escutar o que não gostam. Há muitos casos de pessoas que assumem cargos de gestão e ainda não estão bem preparadas para a função. É preciso que os líderes estejam atentos às informações passadas por seus subordinados, mas normalmente, as pessoas não gostam de relatar determinados problemas aos seus superiores. Executivos experientes dizem que para crescer numa organização é preciso ver como o cliente está sendo atendido pessoalmente e verificar quais problemas os subordinados não gostam de relatar.
Embora a grande maioria das centrais de atendimento sejam terceirizadas e com o avanço da inteligência artificial, uma boa parte já está robotizada, esta prática não é adequada no que tange ao estímulo para as equipes, pois nossas equipes precisam “se incomodar” com os processos internos ainda não resolvidos, quando o um cliente reclama da empresa. Se este serviço é terceirizado, os novos processos, as novas ideias podem ficar mais lentas e até se perder. Sempre que possível, o atendimento deve ser próprio.
Cuidar bem dos clientes atuais de modo que estes tragam mais clientes, é uma ação de visão estratégica de médio e longo prazo, assim como a sensibilidade do mundo ao redor, a valorização das novas ideias, o alinhamento das iniciativas atuais e futuras com os objetivos de longo prazo são ações óbvias, que precisam ser relembradas e principalmente, feitas!
Finalizo mantendo o otimismo com as inovações que precisamos realizar em nossas organizações e reforçando que é preciso lembrar e principalmente fazer o que é óbvio, que muitos dizem que sabem, mas nem sempre fazem.
Um abraço a todos e até a próxima!
quinta-feira, 3 de outubro de 2019
Contratar bem e delegar
Contratar bem e delegar são dois dos maiores desafios enfrentados por empresários e executivos, independentemente do tamanho, ramo ou setor da organização. Hoje vamos refletir sobre algumas visões a respeito.
“Cerque-se de gente grande, delegue autoridade e saia do caminho” disse Ronald Reagan, Presidente dos Estados Unidos por 2 mandatos na década de 80. A frase se tornou célebre por sintetizar uma importante lição sobre liderança, incrivelmente atual, pois é o que se preconiza no modelo de gestão adotado nas empresas mais inovadoras do mundo.
É bastante evidente que todas as organizações precisam de boas pessoas e bons profissionais, e também quase todos sabemos que estes vão fazer melhor o seu trabalho, se tiverem bons líderes. Muitas são as competências e as habilidades necessárias para ser um bom líder em organizações complexas e ambientes altamente desafiadores. O velho ditado de que “mar calmo não faz bom marinheiro” também serve para a liderança organizacional, pois mesmo quem tem muita experiência frente uma organização ou mais de uma, que nunca passou por dificuldades, quando vive a primeira crise interna ou externa, sofre bastante.
Dentre as habilidades que um bom líder precisa ter, uma das mais importantes é saber o momento de delegar e “sair do caminho”, para que os bons profissionais que contratou e preparou façam o seu melhor. Um líder de uma organização que precisa ser totalmente comprometida com o processo contínuo de busca pela inovação precisa saber o momento certo para “sair do caminho” como propôs Reagan, ou seja, contratar boas pessoas, preparar bons profissionais, delegar funções e autoridade e depois deixá-las em paz para fazer o que precisa ser feito.
A gestão de pessoas das organizações vai se tornando o “coração do negócio”, quando são capazes de canalizar e qualificar o espírito corporativo e a cultura organizacional. Os profissionais da organização devem se sentir seguros para propor e experimentar coisas novas, sem o risco de serem ridicularizadas, sofrerem preconceito, pelas suas ideias ou até punidas por falharem na tentativa de inovar e acertar nos resultados.
“Sair do caminho” é permitir que todas as pessoas sintam que podem contribuir e permitir que os bons profissionais façam aquilo que estudaram e acreditam. Significa deixar o caminho livre para que coisas novas sejam realizadas, sem intervenções tão frequentes e intensas que podem comprometer e até derrotar a proposta internamente, dissipando uma boa ideia, ou distorcendo tanto que podem nascer velhas. Para que as pessoas atinjam o máximo de suas capacidades e possam extravasar olhares ainda não percebidos pelas organizações, é preciso confiança nos talentos delas e liberdade para que atuem com o que podem fazer de melhor.
Com o avanço tecnológico, os humanos deixaram de ser um “recurso” e passaram a ser a alma das empresas e como tal precisam ser tratados. As organizações precisam evoluir com urgência, mas sem talentos humanos, nenhuma organização existe. O modo de agir que muda de pessoa para pessoa, a interação social, a maneira como interpretam-se os dados para a tomada de decisões, entender a mentalidade e o comportamento, dificilmente serão substituídos por máquinas. Então, as máquinas até podem produzir coisas de qualidade impecável, mas elas continuam dependendo de gente e gente precisa de boas lideranças que saibam contratar e deixar bons profissionais fazerem o seu melhor.
Se o texto fez você pensar, vai lá e faz alguma coisa, pois é assim que a sua organização se desenvolve, ou seja, fazendo!
Um abraço e até a próxima!
“Cerque-se de gente grande, delegue autoridade e saia do caminho” disse Ronald Reagan, Presidente dos Estados Unidos por 2 mandatos na década de 80. A frase se tornou célebre por sintetizar uma importante lição sobre liderança, incrivelmente atual, pois é o que se preconiza no modelo de gestão adotado nas empresas mais inovadoras do mundo.
É bastante evidente que todas as organizações precisam de boas pessoas e bons profissionais, e também quase todos sabemos que estes vão fazer melhor o seu trabalho, se tiverem bons líderes. Muitas são as competências e as habilidades necessárias para ser um bom líder em organizações complexas e ambientes altamente desafiadores. O velho ditado de que “mar calmo não faz bom marinheiro” também serve para a liderança organizacional, pois mesmo quem tem muita experiência frente uma organização ou mais de uma, que nunca passou por dificuldades, quando vive a primeira crise interna ou externa, sofre bastante.
Dentre as habilidades que um bom líder precisa ter, uma das mais importantes é saber o momento de delegar e “sair do caminho”, para que os bons profissionais que contratou e preparou façam o seu melhor. Um líder de uma organização que precisa ser totalmente comprometida com o processo contínuo de busca pela inovação precisa saber o momento certo para “sair do caminho” como propôs Reagan, ou seja, contratar boas pessoas, preparar bons profissionais, delegar funções e autoridade e depois deixá-las em paz para fazer o que precisa ser feito.
A gestão de pessoas das organizações vai se tornando o “coração do negócio”, quando são capazes de canalizar e qualificar o espírito corporativo e a cultura organizacional. Os profissionais da organização devem se sentir seguros para propor e experimentar coisas novas, sem o risco de serem ridicularizadas, sofrerem preconceito, pelas suas ideias ou até punidas por falharem na tentativa de inovar e acertar nos resultados.
“Sair do caminho” é permitir que todas as pessoas sintam que podem contribuir e permitir que os bons profissionais façam aquilo que estudaram e acreditam. Significa deixar o caminho livre para que coisas novas sejam realizadas, sem intervenções tão frequentes e intensas que podem comprometer e até derrotar a proposta internamente, dissipando uma boa ideia, ou distorcendo tanto que podem nascer velhas. Para que as pessoas atinjam o máximo de suas capacidades e possam extravasar olhares ainda não percebidos pelas organizações, é preciso confiança nos talentos delas e liberdade para que atuem com o que podem fazer de melhor.
Com o avanço tecnológico, os humanos deixaram de ser um “recurso” e passaram a ser a alma das empresas e como tal precisam ser tratados. As organizações precisam evoluir com urgência, mas sem talentos humanos, nenhuma organização existe. O modo de agir que muda de pessoa para pessoa, a interação social, a maneira como interpretam-se os dados para a tomada de decisões, entender a mentalidade e o comportamento, dificilmente serão substituídos por máquinas. Então, as máquinas até podem produzir coisas de qualidade impecável, mas elas continuam dependendo de gente e gente precisa de boas lideranças que saibam contratar e deixar bons profissionais fazerem o seu melhor.
Se o texto fez você pensar, vai lá e faz alguma coisa, pois é assim que a sua organização se desenvolve, ou seja, fazendo!
Um abraço e até a próxima!
quarta-feira, 25 de setembro de 2019
O profeta não é ouvido em sua pátria
Jesus e seus apóstolos, afirmavam que o Espírito estava sobre Ele, mas boa parte dos que conheciam a pessoa simples da aldeia, o filho de José e Maria, que sequer era sacerdote, consideravam muito ousadas as suas afirmações: porque logo ele seria um profeta, quanto mais o filho de Deus? Quem era ele para pregar em nome de Deus, propor mudanças no modo de agir das pessoas e dos governos, propor o Ano do Jubileu, por exemplo, que significaria um tempo para parar de acumular, dar descanso à terra, perdoar as dívidas contraídas pelos mais pobres, buscar a igualdade, dentre outras. Em Lucas (4,25-27) “Os de casa rejeitam, quem é estrangeiro acolhe”, verifica-se a consciência de Jesus de que nenhum profeta tem suas propostas bem recebidas na sua própria pátria.
Trago esta passagem bíblica para refletirmos um pouco sobre como são tratados nas famílias, nas empresas, nas instituições, nas comunidades, os talentos que surgem em meio aos semelhantes. Aos amigos leitores, proponho um pequeno exercício, procurando lembrar de quantos bons/boas profissionais, talentos artísticos, esportivos, lideranças surgiram na sua comunidade, próximo de você, mas só foram reconhecidos, só foram ouvidos, fizeram sucesso fora de casa, longe da família, da vizinhança, longe de quem conhecia o/a filho/a do/a fulano/a, que conheciam há tempos. Se estas pessoas estivessem hoje aí na comunidade, na empresa, na família, possivelmente fariam muita diferença.
Assim como Jesus não foi reconhecido por muitas pessoas em Nazaré, onde passou boa parte da vida, e na chamada “terra santa”, mas é reconhecido há mais de 2.000 anos em todo o planeta, infelizmente vemos talentos que não são reconhecidos nas empresas familiares, grandes talentos profissionais que não são reconhecidos pelos colegas da mesma empresa, e/ou lideranças, no seu município de origem. Ao invés de incentivar lideranças de base, na família, na empresa, na instituição, na comunidade, muitas vezes prefere-se acreditar mais em que está fora, em quem se conhece superficialmente, em quem “fala bonito”.
Me refiro aqui ao “santo de casa” que faz milagre “fora de casa” e a “prata da casa”, que é “ouro” em vários lugares, “fora de casa”. Tem gente “de casa” que parece ter prazer em destruir lideranças, reduzir a importância, os feitos, os talentos, pela não aceitação de que um semelhante possa se destacar e contribuir mais e melhor. Quantos jovens precisam sair das propriedades de suas famílias, das empresas de seus pais, da sua comunidade, para mostrar seu talento e fazer sucesso em outros locais, porque os semelhantes não acreditam e não permitem o uso do seu talento para melhorar o local em que vivem? Quantas pessoas precisam sair de suas cidades, para colocar em prática todo o seu talento para desenvolver outra localidade distante, que não há viu crescer e portanto, não tem preconceitos sobre esta pessoa? São pessoas que, apesar das críticas e da não aceitação de suas ideias por aqueles que estão no seu entorno, seguiram em frente, não se abalaram, não se entregaram as opiniões pessimistas e preconceituosas ao seu respeito. Apesar das críticas, do desdém, da não-aceitação, seguem o seu caminho, não perdendo o ânimo, que não pode ser baseado em opiniões, aprovações e aceitação dos outros, e sim na convicção do seu talento e seu propósito.
Com este pensamento (Hb 12, 3) “Para que vocês não se cansem e não percam o ânimo, pensem atentamente em Jesus, que suportou contra si tão grande hostilidade por parte dos pecadores.”, desejo a todos os/as “santos/as de casa” e aos “pratas da casa” que não esmoreçam diante das dificuldades impostas pelos que estão próximos, pois o mundo está diante de ti, com outras dificuldades, mas com muito mais oportunidades e necessidades dos seus talentos.
Foco, força e fé! Um abraço e até a próxima!
Trago esta passagem bíblica para refletirmos um pouco sobre como são tratados nas famílias, nas empresas, nas instituições, nas comunidades, os talentos que surgem em meio aos semelhantes. Aos amigos leitores, proponho um pequeno exercício, procurando lembrar de quantos bons/boas profissionais, talentos artísticos, esportivos, lideranças surgiram na sua comunidade, próximo de você, mas só foram reconhecidos, só foram ouvidos, fizeram sucesso fora de casa, longe da família, da vizinhança, longe de quem conhecia o/a filho/a do/a fulano/a, que conheciam há tempos. Se estas pessoas estivessem hoje aí na comunidade, na empresa, na família, possivelmente fariam muita diferença.
Assim como Jesus não foi reconhecido por muitas pessoas em Nazaré, onde passou boa parte da vida, e na chamada “terra santa”, mas é reconhecido há mais de 2.000 anos em todo o planeta, infelizmente vemos talentos que não são reconhecidos nas empresas familiares, grandes talentos profissionais que não são reconhecidos pelos colegas da mesma empresa, e/ou lideranças, no seu município de origem. Ao invés de incentivar lideranças de base, na família, na empresa, na instituição, na comunidade, muitas vezes prefere-se acreditar mais em que está fora, em quem se conhece superficialmente, em quem “fala bonito”.
Me refiro aqui ao “santo de casa” que faz milagre “fora de casa” e a “prata da casa”, que é “ouro” em vários lugares, “fora de casa”. Tem gente “de casa” que parece ter prazer em destruir lideranças, reduzir a importância, os feitos, os talentos, pela não aceitação de que um semelhante possa se destacar e contribuir mais e melhor. Quantos jovens precisam sair das propriedades de suas famílias, das empresas de seus pais, da sua comunidade, para mostrar seu talento e fazer sucesso em outros locais, porque os semelhantes não acreditam e não permitem o uso do seu talento para melhorar o local em que vivem? Quantas pessoas precisam sair de suas cidades, para colocar em prática todo o seu talento para desenvolver outra localidade distante, que não há viu crescer e portanto, não tem preconceitos sobre esta pessoa? São pessoas que, apesar das críticas e da não aceitação de suas ideias por aqueles que estão no seu entorno, seguiram em frente, não se abalaram, não se entregaram as opiniões pessimistas e preconceituosas ao seu respeito. Apesar das críticas, do desdém, da não-aceitação, seguem o seu caminho, não perdendo o ânimo, que não pode ser baseado em opiniões, aprovações e aceitação dos outros, e sim na convicção do seu talento e seu propósito.
Com este pensamento (Hb 12, 3) “Para que vocês não se cansem e não percam o ânimo, pensem atentamente em Jesus, que suportou contra si tão grande hostilidade por parte dos pecadores.”, desejo a todos os/as “santos/as de casa” e aos “pratas da casa” que não esmoreçam diante das dificuldades impostas pelos que estão próximos, pois o mundo está diante de ti, com outras dificuldades, mas com muito mais oportunidades e necessidades dos seus talentos.
Foco, força e fé! Um abraço e até a próxima!
terça-feira, 17 de setembro de 2019
Liderança regional e “miopia”
Um dos assuntos que mais se fala nas entidades associativas de setores empresariais e públicos é desenvolvimento regional. O assunto interessa a todos, impacta em muitas vidas e negócios, mas há entendimentos e especialmente ações, bastante diversas, quando se trata de desenvolver a região.
Primeiramente há diferentes formas de entender o que é região, assim como diferentes formas de entender o desenvolvimento. O que pretendo refletir hoje não é nenhum destes conceitos, e sim nas ações e decisões, tanto de governos, quanto de entidades, com intenção de desenvolvimento, mas que acabam sem efeito, ou gerando desigualdades, o que atrapalha o desenvolvimento. Muitas expressões poderiam ser utilizadas para classificar a atitude de lideranças regionais e esferas superior, que neste texto prefiro classificar como miopia.
Os bons exemplos de desenvolvimento regional conhecidos têm presença de forte articulação do poder público, com a iniciativa privada e o ensino superior. A logística, o respeito as vocações e as competências locais também são fatores determinantes dos casos bem sucedidos. Me concentro hoje em outra característica presente nos exemplos bem sucedidos do desenvolvimento das regiões, que é a cultura altruísta presente, especialmente nas lideranças dos municípios polos destas regiões.
Me refiro a cultura altruísta quando as lideranças locais e regionais entendem o quanto é prejudicial para a região, concentrar no município polo os serviços, as sedes de entidades, eventos, iniciativas, investimentos, infraestrutura, dentre outros. Decisões e iniciativas que respeitam as vocações e as competências de cada município, entendendo que o desenvolvimento precisa ser distribuído para ser conjunto, promovem uma aceleração nítida nos indicadores positivos. Infelizmente, o egoísmo, a miopia, o bairrismo, e acima de tudo, a dificuldade de entender o que é desenvolvimento regional, só faz aumentar a lista de casos em que eventos, serviços de saúde, entidades, programas, sedes de empresas existentes nos demais municípios foram transferidos para o município polo regional. Esta forma nefasta de entender a região deprime o desenvolvimento e é míope, para dizer pouco, pois não conheço regiões onde esta cultura mostrou resultados tão bons quanto a melhor distribuição de forças e oportunidades nos diversos locais.
Nas regiões em que o altruísmo das lideranças públicas, empresariais e educacionais permite distribuir investimentos e atividades fora do município polo, a economia, os negócios, os serviços, a logística e a qualidade de vida das pessoas é evidentemente melhor. Todavia, precisa grandeza de espírito, uma visão sistêmica e um entendimento privilegiado de desenvolvimento.
Infelizmente seguimos vendo a concentração no município polo de serviços de saúde, das sedes e atividades das autarquias, do “sistema s” e seus programas, das sedes de entidades associativas, das atividades de instituições de ensino, estradas, aeroporto, ponte, dentre outros. Estas atitudes egoístas, são absolutamente contrárias ao desenvolvimento, principalmente por contribuírem significativamente para o aumento das desigualdades. Esta canibalização é evidente em regiões com desenvolvimento deprimido. São locais que por longos anos percebe-se e fala-se em potencial, mas que efetivamente não conseguem se desenvolver.
Ao aumentar a desigualdade pela concentração investimentos e iniciativas nos municípios polo, deprime-se a economia e os serviços dos demais municípios, cuja população envelhece, empobrece, fica desassistida e sem saída, gerando migração e aumentando a pressão social nos municípios polo. A miopia em alguns casos, a “esperteza” em outros, assim como algum destaque político partidário que canibaliza as potencialidades locais acaba então por deprimir ainda mais o desenvolvimento regional, causando efeitos indesejados inclusive para todos.
Precisamos urgentemente de protagonistas regionais com forte altruísmo para ações de desenvolvimento mais distribuídas e no meu entender verdadeiramente inteligentes.
Um abraço e até a próxima!
segunda-feira, 9 de setembro de 2019
Inovação pessoal e nos governos
Muita gente fala em inovação, mas pouca gente inova e o motivo é bem conhecido: a resistência à mudança. Engajar as pessoas nas empresas ou nos governos é fundamental para buscar inovação. Tentar transformar o jeito de pensar das pessoas envolvidas com a evolução proposta é sempre uma tarefa difícil.
O que vimos tendo de inovação ao longo da história mudou decisivamente e para melhor a vida das pessoas, o trabalho, o lazer, a saúde, a informação, mas infelizmente ainda se sofre muito com a resistência a inovação e as mudanças. Claro que não é possível transformar tudo ao mesmo tempo e na mesma velocidade, mas mudar é uma necessidade e quem resiste geralmente está numa zona de conforto que não consegue perceber o óbvio e até repete que “é assim e pronto”, “isso nunca vai mudar”, “Não adianta, não vai funcionar.”
Ao estudar um pouco sobre como promover a inovação logo se aprende que esquecer é tão importante quanto lembrar. As crenças, as experiências e os ambientes moldam a forma como cada um vê e pensa o mundo. Como você já deve ter lido e ouvido em muitos meios: somos o que acreditamos, aprendemos e vivemos. O problema é que muita gente se molda e passa a pensar que deve ser daquele jeito para sempre. Todavia, o contexto muda rápido e com a mudança surge a necessidade de mudar também, ou ficar trabalhando, vivendo e tomando decisões com base num contexto que não é mais parte da realidade. Para quem ainda não havia se dado conta, Darwin mostrou através da teoria da evolução, que sobrevivem e prosperam aqueles seres que conseguem se adaptar melhor ao contexto que surge. Para isso, primeiro é necessário criar novas formas de pensar e isso exige esquecer algumas outras. Não porque precisa liberar espaço na mente para as novas ideias, mas porque para pensar de um jeito novo, é preciso deixar para trás ideias que não valem mais, velhos hábitos, conceitos pré-concebidos, informações, normas, leis, padrões, que não existem mais, para dar lugar ao novo. Infelizmente o número de pessoas resistentes a rever os conceitos que criou ao longo da vida ainda é grande e dependendo da posição destes nas organizações públicas ou privadas, ocorre o sacrifício de ideias, muitas iniciativas, com desmotivação e perdas.
Com mais acesso a informação e mais processos automatizados, muita coisa está ocorrendo mais rápido e precisamos enquanto sociedade questionar a todo o momento porque estas mudanças não ocorrem dentro dos governos. Porque sempre tem que ter alguém para dizer que “não dá”, que “não pode” fazer melhor, mais rápido, mais eficiente, melhor? Para os governos municipais, estaduais e federal deixar de atrapalhar o desenvolvimento e passar a contribuir mais com seu poder de influência e regulação, é preciso mudar muito desta estrutura rígida, pesada, burocrática, cara, lenta, que só gera ineficiência.
Estruturas de governança flexíveis, leves e ágeis têm sido mais eficientes, mais prósperas e têm ganho mais espaços em suas áreas de atuação. É preciso mais disposição para enfrentar a resistência daqueles que se negam a mudar a si e as práticas ao seu redor. Isso não é fácil, mas é possível, pois vemos pessoas com iniciativas, visão e propostas de inovação em vários setores públicos ou privados, e é fato que há gente fazendo muita diferença, inovando em todos estes setores.
Muitas vezes é preciso desconstruir para reconstruir. Quem não está preparado para isso, muitas vezes só aprendeu a acumular e a construir. Para inovar é preciso desapego, inclusive com o que a própria pessoa criou, construiu, acumulou no passado, que possivelmente fazia muito sentido, mas que atualmente pode ser uma barreira para avançar nos novos tempos.
As melhores inovações vêm dos grupos, pensando juntos, atentos às mudanças e as adaptações necessárias. Provoque este espírito na sua casa, na sua empresa, nas entidades em que participa. Uma pergunta importante para reflexão sobre cada assunto com o qual nos deparamos é “Qual foi a última vez que você mudou de opinião sobre isso?”
Um abraço e até a próxima!
O que vimos tendo de inovação ao longo da história mudou decisivamente e para melhor a vida das pessoas, o trabalho, o lazer, a saúde, a informação, mas infelizmente ainda se sofre muito com a resistência a inovação e as mudanças. Claro que não é possível transformar tudo ao mesmo tempo e na mesma velocidade, mas mudar é uma necessidade e quem resiste geralmente está numa zona de conforto que não consegue perceber o óbvio e até repete que “é assim e pronto”, “isso nunca vai mudar”, “Não adianta, não vai funcionar.”
Ao estudar um pouco sobre como promover a inovação logo se aprende que esquecer é tão importante quanto lembrar. As crenças, as experiências e os ambientes moldam a forma como cada um vê e pensa o mundo. Como você já deve ter lido e ouvido em muitos meios: somos o que acreditamos, aprendemos e vivemos. O problema é que muita gente se molda e passa a pensar que deve ser daquele jeito para sempre. Todavia, o contexto muda rápido e com a mudança surge a necessidade de mudar também, ou ficar trabalhando, vivendo e tomando decisões com base num contexto que não é mais parte da realidade. Para quem ainda não havia se dado conta, Darwin mostrou através da teoria da evolução, que sobrevivem e prosperam aqueles seres que conseguem se adaptar melhor ao contexto que surge. Para isso, primeiro é necessário criar novas formas de pensar e isso exige esquecer algumas outras. Não porque precisa liberar espaço na mente para as novas ideias, mas porque para pensar de um jeito novo, é preciso deixar para trás ideias que não valem mais, velhos hábitos, conceitos pré-concebidos, informações, normas, leis, padrões, que não existem mais, para dar lugar ao novo. Infelizmente o número de pessoas resistentes a rever os conceitos que criou ao longo da vida ainda é grande e dependendo da posição destes nas organizações públicas ou privadas, ocorre o sacrifício de ideias, muitas iniciativas, com desmotivação e perdas.
Com mais acesso a informação e mais processos automatizados, muita coisa está ocorrendo mais rápido e precisamos enquanto sociedade questionar a todo o momento porque estas mudanças não ocorrem dentro dos governos. Porque sempre tem que ter alguém para dizer que “não dá”, que “não pode” fazer melhor, mais rápido, mais eficiente, melhor? Para os governos municipais, estaduais e federal deixar de atrapalhar o desenvolvimento e passar a contribuir mais com seu poder de influência e regulação, é preciso mudar muito desta estrutura rígida, pesada, burocrática, cara, lenta, que só gera ineficiência.
Estruturas de governança flexíveis, leves e ágeis têm sido mais eficientes, mais prósperas e têm ganho mais espaços em suas áreas de atuação. É preciso mais disposição para enfrentar a resistência daqueles que se negam a mudar a si e as práticas ao seu redor. Isso não é fácil, mas é possível, pois vemos pessoas com iniciativas, visão e propostas de inovação em vários setores públicos ou privados, e é fato que há gente fazendo muita diferença, inovando em todos estes setores.
Muitas vezes é preciso desconstruir para reconstruir. Quem não está preparado para isso, muitas vezes só aprendeu a acumular e a construir. Para inovar é preciso desapego, inclusive com o que a própria pessoa criou, construiu, acumulou no passado, que possivelmente fazia muito sentido, mas que atualmente pode ser uma barreira para avançar nos novos tempos.
As melhores inovações vêm dos grupos, pensando juntos, atentos às mudanças e as adaptações necessárias. Provoque este espírito na sua casa, na sua empresa, nas entidades em que participa. Uma pergunta importante para reflexão sobre cada assunto com o qual nos deparamos é “Qual foi a última vez que você mudou de opinião sobre isso?”
Um abraço e até a próxima!
terça-feira, 3 de setembro de 2019
Conhecendo o consumidor
Com alguma frequência abordamos a necessidade de conhecer o consumidor dos bens ou serviços de cada empreendimento. Na semana que passou, junto com colegas professores e pesquisadores apresentamos o relatório de uma pesquisa com mais de 1.600 consumidores de diferentes faixas etárias, faixas de renda, e residentes em 3 diferentes municípios, considerados de pequeno porte em termos populacionais. Os respondentes contribuíram respondendo 43 questões, o que permitiu um mapeamento completo do perfil, expectativas, desejos, formas de decidir pelos produtos e serviços. Compartilho aqui alguns resultados, com o objetivo de auxiliar os amigos leitores na tomada de decisões sobre o seu negócio.
Nos resultados, percebe-se o comportamento do consumidor bastante sensível aos preços, especialmente aqueles com baixa escolaridade e baixos níveis de renda. Quanto a qualidade, os consumidores percebem a melhoria dos bens oferecidos nos locais onde compram e desejam a melhoria da cordialidade na atenção e no atendimento aos clientes. Apenas 37% dos consumidores se diz satisfeito com a variedade dos bens disponíveis no comércio das cidades onde reside. Pelas respostas também é possível perceber que os consumidores prestam bastante atenção ao que está nas vitrines e utilizam a informação do que veem, seja na imagem da fachada, vitrines, exposição interna ou externa, formando conceitos sobre a qualidade, o cuidado e a validade dos produtos e serviços oferecidos nos diferentes locais.
Os resultados mostram que preços dos serviços geram mais insatisfação do que os preços dos bens. Também é possível ver que os idosos, que são o segmento que mais usa e mais necessita de serviços, também é o grupo que mais reclama do preço dos serviços.
Quanto aos horários de atendimento, mais da metade dos consumidores gostaria de mudanças nos atualmente praticados na sua cidade, ficando marcante a informação de que 32% diz que gostaria de fazer compras das 18 as 22h, após seu horário de trabalho. Quanto aos dias da semana preferidos 57% afirma que prefere comprar aos sábados, sendo que outros 23% tem preferência pelas sextas-feiras e apenas 22% em qualquer dia da semana.
2/3 dos consumidores gostaria de ter acesso a mais variedade de serviços e reclama que existem poucos profissionais prestadores de serviços em diversas áreas, em sua cidade, o que denota mais oportunidades de negócios.
49% diz que faz compras semanalmente e 32%, mensalmente. Por outro lado, 60% informa que compra bens ou serviços de fora da cidade pelo menos 1 vez a cada 3 meses, sendo que preço e diversidade de opções são os motivos que levam ao comércio das cidades vizinhas. 14% aproveita os deslocamentos para serviços de saúde como consulta e exames, para fazer compras fora de da cidade onde mora. Outros 14% afirmam que fazem compras fora da sua cidade aproveitando o deslocamento para atividades de entretenimento como cinema, shows, apresentações e outros.
28,71% afirma que nunca comprou na internet, enquanto 26,34% afirma que compra na internet de 1 a 2 vezes por ano. Os motivos para preferir o e-commerce são os preços com 66,4% das citações, a variedade com 46,3% e a praticidade com 38,6% (puderam responder mais de uma opção). Fica bastante claro que a evasão de recursos do comércio local se deve bem mais pelas compras nas cidades vizinhas com comércio físico mais forte, do que na internet.
Nos resultados não há referências significativas à questões relativas a segurança como câmaras de monitoramento, por exemplo, ou seja, o consumidor de pequenas cidades, não vê a segurança como um aspecto relevante na decisão de compras. Também não há referências significativas à estacionamento, escolha por facilidades ou dificuldades em vagas próximas aos estabelecimentos preferidos. Também não há referências significativas à ruas e passeios/calçadas, espaço, manutenção, sentido das vias, dentre outros. Tantos aspectos positivos, quanto os negativos considerados pelos consumidores dizem respeito à questões internas que estão sob o total domínio de cada empresa.
Conhecer o consumidor do seu estabelecimento é a chave para desenvolver o seu negócio, lembre-se disso ao tomar decisões.
Um abraço e até a próxima!
Nos resultados, percebe-se o comportamento do consumidor bastante sensível aos preços, especialmente aqueles com baixa escolaridade e baixos níveis de renda. Quanto a qualidade, os consumidores percebem a melhoria dos bens oferecidos nos locais onde compram e desejam a melhoria da cordialidade na atenção e no atendimento aos clientes. Apenas 37% dos consumidores se diz satisfeito com a variedade dos bens disponíveis no comércio das cidades onde reside. Pelas respostas também é possível perceber que os consumidores prestam bastante atenção ao que está nas vitrines e utilizam a informação do que veem, seja na imagem da fachada, vitrines, exposição interna ou externa, formando conceitos sobre a qualidade, o cuidado e a validade dos produtos e serviços oferecidos nos diferentes locais.
Os resultados mostram que preços dos serviços geram mais insatisfação do que os preços dos bens. Também é possível ver que os idosos, que são o segmento que mais usa e mais necessita de serviços, também é o grupo que mais reclama do preço dos serviços.
Quanto aos horários de atendimento, mais da metade dos consumidores gostaria de mudanças nos atualmente praticados na sua cidade, ficando marcante a informação de que 32% diz que gostaria de fazer compras das 18 as 22h, após seu horário de trabalho. Quanto aos dias da semana preferidos 57% afirma que prefere comprar aos sábados, sendo que outros 23% tem preferência pelas sextas-feiras e apenas 22% em qualquer dia da semana.
2/3 dos consumidores gostaria de ter acesso a mais variedade de serviços e reclama que existem poucos profissionais prestadores de serviços em diversas áreas, em sua cidade, o que denota mais oportunidades de negócios.
49% diz que faz compras semanalmente e 32%, mensalmente. Por outro lado, 60% informa que compra bens ou serviços de fora da cidade pelo menos 1 vez a cada 3 meses, sendo que preço e diversidade de opções são os motivos que levam ao comércio das cidades vizinhas. 14% aproveita os deslocamentos para serviços de saúde como consulta e exames, para fazer compras fora de da cidade onde mora. Outros 14% afirmam que fazem compras fora da sua cidade aproveitando o deslocamento para atividades de entretenimento como cinema, shows, apresentações e outros.
28,71% afirma que nunca comprou na internet, enquanto 26,34% afirma que compra na internet de 1 a 2 vezes por ano. Os motivos para preferir o e-commerce são os preços com 66,4% das citações, a variedade com 46,3% e a praticidade com 38,6% (puderam responder mais de uma opção). Fica bastante claro que a evasão de recursos do comércio local se deve bem mais pelas compras nas cidades vizinhas com comércio físico mais forte, do que na internet.
Nos resultados não há referências significativas à questões relativas a segurança como câmaras de monitoramento, por exemplo, ou seja, o consumidor de pequenas cidades, não vê a segurança como um aspecto relevante na decisão de compras. Também não há referências significativas à estacionamento, escolha por facilidades ou dificuldades em vagas próximas aos estabelecimentos preferidos. Também não há referências significativas à ruas e passeios/calçadas, espaço, manutenção, sentido das vias, dentre outros. Tantos aspectos positivos, quanto os negativos considerados pelos consumidores dizem respeito à questões internas que estão sob o total domínio de cada empresa.
Conhecer o consumidor do seu estabelecimento é a chave para desenvolver o seu negócio, lembre-se disso ao tomar decisões.
Um abraço e até a próxima!
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