segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Entregue um você melhor para 2018

Desejamos e precisamos muito mais deste 2018! Ainda temos que recuperar boa parte do que foi perdido em 2015 e 16 e queremos mais. Nosso País, nosso Estado, nossas comunidades, nossas famílias precisam de um grande ano e para fazer este grande ano acontecer, é preciso compromisso e ação de cada um de nós.
Além de querer e esperar por um grande ano, precisamos entregar pessoas melhores para 2018. Precisamos entregar atendimentos, negócios, bens, serviços e produções melhores, assim como filhos e relacionamentos melhores, e ainda, política e economia melhor, bem como mais responsabilidade, mais respeito, mais tolerância... e para tudo isso precisa-se de gente melhor.
Gente melhor requer também mais responsabilidade sobre tudo o que acontece consigo, sendo tanto para boas coisas quanto para as ruins. Quem adota este entendimento sobre a vida se torna mais forte, vive melhor, orienta filhos e suas equipes a fazer o mundo um pouco melhor. Ajudar as pessoas a verem que somente cada um de nós pode decidir o futuro através das pequenas escolhas de todos os dias é altamente benéfico para todo o ambiente ao seu redor.
        Quando as pessoas passam a assumir o controle de suas vidas, sem culpar algo ou alguém, sem criar subterfúgios e estando plenamente conscientes de suas escolhas e decisões, ficam favorecidos os ambientes para melhores acolhidas, convívio e desenvolvimento. Mais empoderados de suas escolhas e decisões, o potencial das pessoas se amplia significativamente e tem-se uma força muito maior, tanto individualmente, quanto em grupos. 
Neste contexto, o início do ano é sempre um bom momento para as reflexões, então, seguem 5 questões para boas reflexões:
         - Se não houver outras vidas, o que você está fazendo desta é o suficiente?
         - Quanta garra existe em você?
         - Quanto você vai esperar para fazer mais em busca de objetivos maiores?
         - Reclamar, resmungar, se considerar injustiçado e que o mundo lhe deve um retorno melhor, pode trazer algo positivo para a sua vida?
         - Em seus pedidos, desejos, orações, após clamar por mais oportunidades, você faz a sua parte, ou espera Deus e os outros fazerem algo em seu favor primeiro?
         As respostas destas questões para reflexão dependem da postura de cada um diante da vida. Certamente eu e você temos muito mais a oferecer ao mundo, do que o que estamos fazendo. Podemos ter um dia bem diferente, dependendo das nossas escolhas do próximo minuto em diante. O amanhã pode ser bem diferente, dependendo do que estivermos dispostos a fazer dele.
         Os obstáculos que surgem toda a vez que alguém tem alguns objetivos servem para uma parte das pessoas aprender e ficar mais forte, enquanto que infelizmente para outros serão desculpas para compensar ou disfarçar decisões e ações desalinhadas com aqueles objetivos. Sempre que conseguimos ultrapassar algo que dificulta a nossa vida, aquilo nos torna mais fortes e facilita a transposição do  próximo obstáculo.
          Que Deus nos permita seguir firmes e que possamos ser mais fortes que nossas melhores desculpas! E que assim, sejamos melhores em 2018!
          Um abraço e até a próxima!

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Arrisque mais em 2018

     Quando avalio o ano que passou fico com a sensação de que arrisquei pouco e nos últimos anos tem sido assim. Nas rápidas férias entre o Natal e o Ano Novo, conversa daqui e dali, entre votos de felicidades e prosperidade com quem estava próximo, para aproveitei para perguntar para alguns se haviam arriscado o suficiente no ano que passou. Confirmando o que já se sabe pelo que algumas pesquisas tem mostrado, assumimos com frequência pequenos riscos, até sem saber e sem que fossem necessários, mas não assumimos riscos por coisas médias e grandes. 
     No mundo acadêmico há mais de 20 anos acompanho gente muito preparada que deixa de fazer coisas grandes e boas por não estarem dispostas ao risco. É sabido que só se alcança algo grandioso quando se arrisca. Gente que sonha grande, que tem iniciativa, que vai em busca dos sonhos são essenciais para a sociedade, mas acima de tudo, fazem muito bem para si mesmos. Arriscar é fazer o que tem que ser feito, mesmo não se sentido totalmente preparado. Convivemos com muita gente que se prepara muito mais do que outras e mesmo assim não arrisca iniciativas novas. É a dificuldade em arriscar em médias e grandes iniciativas, que tanta gente bem preparada possui em nosso país.
     Dinheiro é só uma das maneiras de medir risco e resultado. As experiências, o sentimento de objetivos alcançados, de desafios transpostos, de quem experimentou transformar seus sonhos em realidade, não tem preço. Quem espera por dinheiro para fazer algo grande está se enganando, pois o dinheiro é só a forma de fazer um volume maior de  negócios e apenas um dos vários indicadores de sucesso. 
     Vivemos num país onde a cultura governamental cria dificuldades das mais diversas complexificando muitas atividades que poderiam ser mais simples. Em contrapartida é um país de grandes oportunidades, o que deveria ser um incentivo para mais pessoas arriscarem-se em atividades das mais diversas. Esta cidade, esta região tem tantas oportunidades esperando por alguém com mais disposição ao risco e com vontade de inovar.
     Claro que os grupos, especialmente as famílias, influenciam nos comportamentos de risco e geralmente querendo proteger filhos e netos, constroem conceitos e comportamentos de baixo risco especialmente no que tange a médios e grandes objetivos.
     Sonhar grande ou pequeno custa o mesmo esforço! Só que sonhar grande inspira outras pessoas e isso pode gerar um efeito grandioso. Fazer grandes coisas só é possível trabalhando com outras pessoas e para outras pessoas. Compartilhar o sonho grande com outros pode ser um dos  caminhos de colocá-lo em prática. Algumas pessoas para auxiliar, para investir, para complementar, para experimentar, promover, são sempre estratégicas para tornar realidade uma iniciativa grandiosa.
     Que 2018 nos inspire para buscar sonhos maiores, que Deus nos ilumine e dê coragem para arriscar mais e chegar mais próximos de nossos objetivos.
Um abraço a todos com o desejo de um feliz e próspero Ano Novo!

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Vai dar certo

Nos próximos dias vamos encontrar mais amigos, mais familiares e vamos fazer muitos pedidos. Tradições, ritos antigos, desejos de boa sorte, saúde, paz, prosperidade e felicidade! ...Vai dar certo para quem tiver atitude, persistência, paciência, resiliência e fé.
Vem aí um ano “novinho em folha” para que possamos fazer dele o que quisermos. E ele será o que de melhor pudermos fazer dele a partir das nossas atitudes, nossas escolhas e nossas ações. 
Quem está na ativa dos negócios costuma perguntar e pesquisar como será o ano para a economia considerando inflação, câmbio, juros, commodities, balança comercial, confiança, como a política vai influenciar na economia... preocupações naturais para quem vive de vendas e também daqueles que arriscam tanto quanto quem tem uma empresa. Todavia, os impactos mais significativos na vida pessoal e profissional de cada um de nós vêm de situações que podemos controlar, decidir e resolver. 
        Quando tantos familiares e amigos nos desejam tão boas energias quanto nesta virada de ano, precisamos receber como o desejo de quem nos quer bem, de que sejamos capazes de fazer as melhores escolhas com o que estiver ao nosso alcance.
        É certo que não será possível resolver todos os problemas que acumulamos nos últimos tempos e nem atendermos a todos os desejos em 2018, mas em um ano dá para fazer muito! O melhor da vida está reservado aos sonhadores! Costumo recomendar aos mais próximos que sonhem alto, o mais alto que conseguirem e ponham muita energia para chegar lá. O resultado será muito melhor do que sonhar pequeno, tenho certeza. Tão importante quanto sonhar alto é ter consciência do controle da sua vida. Embora seja um conceito bem difundido, ainda convivemos com muita gente que atribui seu sucesso ou insucesso ao que alguém lhe fez, ou que deixou de fazer. 
       Nós todos conhecemos gente que tem medos, frustrações, e derrotas pessoais por entender que lhes falta a inteligência necessária para alcançar seus sonhos, assim como conhecemos gente que talvez nem tenha a inteligência que os anteriores acreditam que deveriam ter, mas que mesmo assim são muito bem sucedidos em seus desejos e objetivos. Trabalhar a autoimagem pode ser uma ótima dica para agir logo no início do novo ano. Uma autoimagem negativa atrapalha muitos esforços, gera perda de energia, tempo e foco, que deveriam ser destinados aos objetivos e aos sonhos. Não importa muito a inteligência, para aqueles que têm uma mentalidade errada, pois tudo será visto de forma distorcida a partir da forma de pensar.
       Para alcançar os sonhos, os grandes objetivos, é preciso aprender a criar uma causa que será o foco das escolhas do dia-a-dia e das atitudes para transformar estas escolhas em ações. Apaixonar-se pelo que tem que fazer, ou trocar o que está fazendo por algo que é apaixonado talvez seja a melhor dica que tenho para dar, pois ser apaixonado pelo que se faz gera grandes feitos e proporciona o alcance dos sonhos.
       Sonhe alto, confie em si mesmo, faça as melhores escolhas pensando nos seus sonhos e entregue o melhor de você para o ano novo!
       Que no próximo e nos muitos anos, possamos nos encontrar por aqui! Feliz 2018! 

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Um novo ciclo

     Chegou o Natal e na sequencia as festas de Ano Novo. Tempo de reencontrar a família, rever amigos e colegas que há tempos não se viam. Para muitos, o período coincide com as férias sejam elas escolares ou do trabalho. Este conjunto ao nosso redor propicia o repensar de muitas coisas e nos leva a um novo ciclo, a começar pelo calendário.
  Motivados pelo novo calendário, novas energias, esperanças, planos, projetos, finalizamos um ciclo para começar outro, e assim precisa ser também em nossa mente. Vem aí um ano novinho para fazermos dele o que quisermos e pudermos a partir das escolhas, atitudes, planos, projetos, energias. É certo que vamos nos encontrar com muita gente nas próximas semanas, mas por favor, reservem um tempo para realizar um encontro consigo mesmo. Em tempos que nos exigem tanto quanto os atuais, um tempo para pensar em si mesmo e na sua relação com a vida, com os outros, com o mundo, é fundamental para se ter um novo e bom ciclo.
Um novo ciclo auxilia no desapego e além de olhar para frente, permite deixar algumas situações para trás. Ao concluir o ano calendário, fiscal, letivo, etc., pode-se olhar para o que conseguiu-se de 2017, sendo inevitável ter-se em mente o que foi pretendido, o que foi preciso, desejado, e não foi possível. Parte destes últimos, é preciso projetar novamente para 2018, porém, a outra parte, temos que deixar para trás. Não foi possível: paciência, vamos comemorar o que foi possível! Celebrar o que conseguimos em 2017, tirando o foco do que não foi possível, facilitará o encontro com aquilo que é possível para 2018. 
Certamente foi feito muito pelos amigos leitores ao longo deste 2017, um ano de reorganização depois dos difíceis anos 2015 e 2016 em termos econômicos e de confiança, principalmente. Os indicadores econômicos de 2018 são animadores, especialmente se considerarmos os ciclos anteriores. Precisamos também nos preparar mentalmente para este novo ciclo, com espírito renovado pela esperança, reencontro, descanso e com tudo isso, renovação de energias.
Há muito o que fazer em 2018 e quando há muito o que fazer, também há muitas oportunidades. Sabemos porém, que aproveita melhor as oportunidades quem está com a mente aberta, paz interior e espírito colaborativo.
Tenho fé de que vem aí um novo ciclo de mais consciência, de mais colaboração, mais oportunidades, e uma vida melhor para todos, em família e em nossos negócios. 
Um grande abraço a todos os que acompanharam nossos textos semanais por aqui! Que nas próximas semanas possam viver ótimos momentos de encontro, tanto consigo mesmo, quanto com familiares e amigos.
      Um abraço a todos e até a próxima!

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Mais escolaridade = mais renda

        As provas de que a educação está ligada diretamente ao desenvolvimento das pessoas, das comunidades e das nações são muitas. Fala-se bastante sobre isso, mas ainda não o suficiente e além disso, é necessário agir mais, começando pelas famílias.
        A educação é um dever do estado, sim, mas quando o estado não consegue fazer o que deveria fazer não podemos ficar a espera, nem os filhos e netos. Se o governo não proporciona, não é racional ficar reclamando, ao invés de fazer alguns esforços a mais, e sacrifícios para melhorar as próximas gerações da família. Quem tem feito isso, tem altos retornos em orgulho, qualidade de vida e prosperidade para quem cuida e quer bem. Os índices de escolaridade especialmente no Brasil estão correlacionados diretamente com a renda dos profissionais e este fato influencia diretamente na renda per capita média dos municípios.
Os trabalhadores com ensino médio e principalmente ensino superior, sofrem muito menos com o fechamento de vagas seja em crises internas das empresas ou períodos de crises econômicas e desemprego. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED, do Ministério do Trabalho confirmam inclusive que no primeiro semestre deste ano, quando o emprego formal começou a apresentar saldos positivos, apenas a classe de trabalhadores que tem até o ensino fundamental (completo ou incompleto) não acompanhou o crescimento. Entre as pessoas com ensino médio e ensino superior, mesmo incompleto, o saldo de vagas vem crescendo mais.
Profissionais com ensino superior completo ou incompleto cada vez tem maiores condições de ocupar vagas abertas na nova economia, geralmente pagando mais, como por exemplo no setor de serviços, no qual a economia mais cresce. Já os trabalhadores com baixa escolaridade têm mais oportunidades nos postos de trabalho da agropecuária e da construção civil.
As pesquisas mostram que pessoas com maiores graus de escolaridade cuidam melhor da saúde, ocupam menos os recursos dos serviços sociais e de saúde, apoiam mais e desenvolvem melhor a educação dos filhos e netos. Na média, as pessoas com mais estudo tendem a ser mais produtivas e se adaptam mais rapidamente as mudanças.
A busca de uma maior escolaridade porém, precisa ser feita de maneira criteriosa pois o diploma vai acompanhar o profissional por toda a vida. O peso do diploma abre ou não mais portas para os profissionais. Houve um tempo em que se buscava o ensino superior por auto realização, mas hoje um diploma de uma instituição de qualidade reconhecida no mercado é significado de segurança pessoal e profissional. 
Até aqui falamos do ponto de vista pessoal, e público, mas é sabido que as empresas que tem um número maior de empregados com ensino superior, especialmente nas áreas de gestão e tecnologia, conseguem inovar com qualidade, agilidade e transformar a produção e os produtos para acompanhar o ritmo acelerado do mundo corporativo. Empresas com um corpo funcional com maior escolaridade também tem maior faturamento, pois conseguem desenvolver bens e serviços com maior valor agregado, por notoriedade de suas marcas, inovação, qualidade e sustentabilidade. 
       Um abraço a todos e até a próxima!

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Projeto família

     Em conversas formais ou informais, percebe-se que há muita gente com muitos projetos. Considerando a forma que muitos apresentam seus projetos, sempre parecem muito bons. Hoje falo de um ponto que muitas vezes acaba não sendo mencionado como parte dos projetos prioritários na vida das pessoas, que é a família. 
     Alguns órgãos pelo mundo como a Diretoria de Relações Institucionais da International Federation for Family Development (IFFD), assessoria da ONU, estão se posicionando para lembrar que o tempo dedicado à família não pode ser um problema nas relações profissionais. A constituição de uma família é uma decisão pessoal de cada membro, mas que afeta diretamente a sociedade, pois filhos bem educados, assim como todos os membros bem cuidados uns pelos outros melhora a sociedade. Dedicar o tempo a cuidados e tarefas com filhos e outros membros da família precisam ser vistos pelas organizações e pelos colegas de trabalho como um tempo utilizado para se capacitar e também para contribuir com uma sociedade melhor.
     Quando um colega avisa que vai ter um filho, ou que vai dar um tempo no trabalho, ou em parte da carreira para cuidar de um filho, tanto a sociedade, quanto a empresa precisam se dar conta de que isso é muito bom para toda a sociedade. Já tive colegas pais que decidiram deixar por um tempo parte de suas jornadas remuneradas, para auxiliar no acompanhamento e cuidados de seus filhos. É admirável este desprendimento quanto ao trabalho e certamente vão proporcionar filhos melhores para a sociedade. Infelizmente ainda temos muitos colegas e pessoas próximas que não entendem bem estas atitudes. É preciso amadurecer esta concepção em nossos grupos de trabalho e também na família. Alguém que dá um tempo na carreira ou em parte dela para cuidar dos filhos, ou de outro membro da família está tomando uma atitude de valor inestimável e prestando um grande serviço para a sociedade.
     É certo que o conceito de família varia em diferentes culturas e tradições, mas a abordagem funcional de família é de uma organização social comprometida com a ajuda aos filhos, aos pais, aos companheiros, aos doentes, para que tenham vidas mais íntegras e mais felizes. 
     Vivemos um tempo em que falar ou escrever sobre valorização da família tende a receber um rótulo de conservadorismo. Entendo que para avançarmos em várias questões sociais, políticas e práticas precisamos superar a dicotomia entre conservadorismo ou progressismo. Família, assim como a qualidade de vida das pessoas, as relações de trabalho, as relações sociais, os avanços tecnológicos, o desenvolvimento numa visão ampla precisam ser muito mais do que os discursos e bandeiras de uma ou outra ideologia.  
     O apoio que a pessoa tem desde criança do núcleo familiar e das influencias que estes possuem a partir das organizações onde prestam serviços, determinará parte do cidadão que será e de como este futuro adulto entenderá e atuará no mundo. Organizações que respeitam e cuidam bem de quem cuida dos seus filhos, pais e doentes, estão determinando a concepção que a sociedade num futuro próximo terá sobre ela, seja para atrair talentos colaboradores ou para captar clientes.
     Nas organizações públicas ou privadas convivemos com pessoas em diferentes fases da vida. Quem ainda não teve filhos, quem está cuidando dos filhos em diferentes fases, quem já tem os filhos bem encaminhados e só aguarda os netos e também aqueles que auxiliam (ou não) a cuidar dos netos. Nas cobranças pela presença neste ou naquele compromisso social que coincide com o momento em que o colega deveria dar uma atenção especial ao filho, ou ao pai, se revelam dificuldades de compreensão por parte de quem entende a vida e as relações familiares de outra forma.
     Filhos bem cuidados serão bons cidadãos, bons profissionais, bons pagadores de impostos, pessoas que respeitam as leis. 
     Um abraço a todos e até a próxima!

sábado, 2 de dezembro de 2017

Motivadores para vender mais

      Em várias de nossas cidades estão programadas palestras para motivar o pessoal de vendas, para o trabalho de fim de ano. Eu também atuo numa área em que os dois últimos meses do ano são cruciais para os resultados do ano em curso e ano seguinte. Nesta época é preciso ter muita energia, paciência e foco para enfrentar os desafios e buscar os resultados desejados. 
Muitas pessoas próximas dizem que parece que estou sempre motivado e sempre que alguém fala, tenho a oportunidade de dizer que como qualquer outra pessoa, estou motivado para algumas coisas com mais frequência que para outras. Trabalhar e buscar resultados que garantam recursos para alimentar, dar segurança, estudos, conforto e alegrias para minha família já são estímulos suficientes para mim. 
Penso que todos nós, assim como nossas equipes de trabalho deveriam refletir um pouco mais, sobre as opções e as escolhas daqueles que precisam de uma palestra, e/ou de um conjunto de dinâmicas para serem motivados a gerar melhores resultados para si e para a organização de onde tiram o sustento. Aproveito para relembrar Peter Drucker "Nunca tivemos tantas opções para decidir nosso destino. Nenhuma escolha será boa, porém, se não soubermos quem somos."
      A geração de estímulos para as equipes terem mais sinergia na busca de resultados pode iniciar com o lançamento de um desafio. Mais do que prêmios, o desafio de superar uma meta, superar seus limites, os limites dos seus colegas, levam muitos profissionais ao sucesso. Um vendedor de alta performance não gosta de chegar em segundo lugar quando se trata de desafios, ou rankings de vendas. Eles trabalham pela primeira posição e esse é um estímulo poderoso que utilizam para manter-se automotivados todo o mês.  Quando os resultados não estão fluindo, os vendedores de melhor desempenho crescem, viram gigantes e aumentam ainda mais sua força para transformar adversidades do momento, da empresa ou deles mesmos, em conquistas pessoais e profissionais.
      Para os bons profissionais, estar de bem com a família, ter um convívio harmonioso serve de combustível para motivar-se diariamente. Ter orgulho dos seus resultados e de saber que os familiares vão se orgulhar da sua superação e conquistas representa outro conjunto importante de estímulos para melhores resultados.
    Criar uma rotina diária de visitas, ligações, atendimento externo, recuperação de clientes inativos, entre outras tarefas importantes devem fazer parte do cotidiano de um bom profissional de vendas que quer manter-se motivado, pois volume de trabalho com organização e qualidade é um grande diferencial. A organização, a qualidade da orientação que o profissional é capaz de dar aos clientes, bem como a segurança da informação, da proposta apresentada é altamente estratégica na motivação de cada profissional. O cliente percebe rapidamente quando está diante de alguém despreparado, ou sem confiança. 
    É preciso aumentar o poder pessoal trazendo para si a responsabilidade por motivar-se e manter-se motivado para buscar os seus objetivos, sendo que um deles precisa ser manutenção e a prosperidade do local de onde tira a sustento. Com mais poder pessoal há mais confiança em si e nos interlocutores. Esta confiança é a base dos relacionamentos qualificados e duradouros e dos melhores negócios.  
Um abraço e até a próxima semana!

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